sábado, 27 de novembro de 2010

DEZ RAZÕES PARA FREQÜENTAR A ESCOLA DOMINICAL

1. Do ponto de vista da santidade

• Ela ensina a Bíblia – que é a base da nossa fé em Deus e conduz a Cristo como salvador e Senhor de cada indivíduo;

2. Do ponto de vista da educação

• Treina a mente e o coração em direção à eternidade;

3. Do ponto de vista da sociabilidade

• Habilita o aluno a gozar da amizade e companheirismo de cristãos sinceros;

4. Do ponto de vista da personalidade

• Ajuda a desenvolver a personalidade cristã, para enfrentar vitoriosamente os problemas da vida;

5. Do ponto de vista do caráter

• O principal objetivo da Escola Dominical é ensinar os alunos a serem cristãos exemplares em palavras e atos;

6. Do ponto de vista do interesse

• Apresenta programa interessante para o seu prazer e cultura;

7. Do ponto de vista da família

• Existe uma classe para cada idade, e a família toda pode freqüentar e tirar proveito dos ensinos recebidos;

8. Do ponto de vista do serviço

• Dá ampla oportunidade para servir a Deus e a Igreja, em atividades que não seriam possíveis em outro lugar;

9. Do ponto de vista da imortalidade

• Dirige os nossos olhos para o céu e nos faz compreender que devemos nos preparar para a vida além-túmulo;

10. Do ponto de vista prático

• O intervalo de uma hora ou mais que passamos na Escola Dominical, cada Domingo, não poderia ser empregado com maior proveito em qualquer outro lugar.

sábado, 20 de novembro de 2010

IMPORTANTE: LIBERDADE SOB ATAQUE. MANIFESTO EM DEFESA DA LIBERDADE RELIGIOSA NO BRASIL


A REPRODUÇÃO DESTE TEXTO É LIVRE E PERMITIDA PELOS AUTORES, DESDE QUE EM SUA INTEGRALIDADE E CITADAS AS FONTES.


UNIVERSIDADE MACKENZIE: EM DEFESA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO RELIGIOSA


A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.
Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).
Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.
Manifestamos, portanto, nosso total apoio aopronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.

Portal da Igreja Presbiteriana do Brasil

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

O que C.H. Spurgeon diria hoje? E o que falariam dele?

O pregador inglês Charles Haddon Spurgeon nasceu em 19 de junho de 1834 e começou a pregar em 1850. Ele, que tem sido considerado o príncipe dos pregadores, pregou o evangelho de Cristo e combateu heresias e modismos de seu tempo até 1892, quando partiu para a eternidade. As citações abaixo deixam-nos com a impressão de que ele se referia aos trabalhosos dias em que vivemos...

"A apatia está em toda parte. Ninguém se preocupa em verificar se o que está sendo pregado é verdadeiro ou falso. Um sermão é um sermão, não importa o assunto; só que, quanto mais curto, melhor" ("Preface", The Sword and the Trowel [1888, volume completo], p.iii). Meu Deus, se naquela época as coisas já estavam assim, o que Spurgeon diria hoje?!

"Haveria Jesus de ascender ao trono por meio da cruz, enquanto nós esperamos ser conduzidos para lá nos ombros das multidões, em meio a aplausos? (...) se você não estiver disposto a carregar a cruz de Cristo, volte à sua fazenda ou ao seu negócio e tire deles o máximo que puder, mas permita-me sussurrar em seus ouvidos: 'Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?'" ("Holding Fast the Faith", The Metropolitan Tabernacle Pulpit, vol.34 [Londes, Passmore and Alabaster, 1888], p.78). Este sermão foi pregado em 5 de fevereiro de 1888, quando Spurgeon estava sendo censurado por defender o evangelho. O que ele falaria hoje das pregações antropocêntricas?

"Estão as igrejas vivenciando uma condição saudável ao terem apenas uma reunião de oração por semana e serem poucos que a freqüentam?" ("Another Word Concerning the Down-Grade", The Sword and the Trowel [agosto, 1887], pp.397,398). Infelizmente, o chamado "louvorzão" tem substituído o período de oração, em nossos cultos. Spurgeon ainda fala!

"O fato é que muitos gostariam de unir igreja e palco, baralho e oração, danças e ordenanças. Se nos encontramos incapazes de frear essa enxurrada, pordemos, ao menos, prevenir os homens quanto à sua existência e suplicar que fujam dela. Quando a antiga fé desaparece e o entusiasmo pelo evangelho é extinto, não é surpresa que as pessoas busquem outras coisas que lhe tragam satisfação. Na falta de pão, se alimentam de cinzas; rejeitando o caminho do Senhor, seguem avidamente pelo caminho da tolice" ("Another Word Concerning the Down-Grade", The Sword and the Trowel [agosto, 1887], p.398). Spurgeon disse isso em 1887 mesmo?!

"Não há dúvidas de que todo tipo de entretenimento, que manifesta grande semelhança com peças teatrais, tem sido permitido em lugares de culto, e está, no momento, em alta estima. Podem essas coisas promover a santidade ou nos ajudar na comunhão com Deus? Poderiam os homens, ao se retirarem de tais eventos, implorar a Deus em favor da salvação dos pecadores e da santificação dos crentes?" ("Restoration of Truth and Revival", The Sword and the Trowel [dezembro, 1887], p.606). Hoje, os seguidores da "nova onda" revoltam-se contra os que defendem o evangelho de Cristo. Mas o que diriam eles de Spurgeon?


Em Cristo,

Ciro Sanches Zibordi
Fonte: Blog Do Ciro -http://cirozibordi.blogspot.com/2007/10/frases-de-spurgeon-ditas-no-sculo-xix.html

sábado, 6 de novembro de 2010

A Igreja Perseguida necessita de orações



Burj Al Arab, mais conhecido como o hotel 7 estrelas, em Dubai.


EMIRADOS ÁRABES UNIDOS (33º) - Os Emirados Árabes Unidos (EAU) é uma federação formada por sete Estados. Eles se encontram na Península Arábica, e são banhados tanto pelo Golfo Pérsico como pelo Golfo de Omã.
Quase toda a extensão dos Emirados está no deserto de Rub al-Khali. Na zona costeira está localizada a maior parte das jazidas de petróleo.
Os sete Estados que formam os Emirados são: Abu Dhabi, Dubai, Ajman, Fujairah, Ras al-Khaimah, Sharjah e Umm al-Qaiwain.
O Reino Unido, durante o século XIX, mantinha vários tratados com xeques árabes no Golfo, a fim de proteger suas rotas comerciais com a Índia. Muitos desses xeques habitavam onde os EAU se encontram hoje.
Havia pouco interesse na área até que as jazidas de petróleo foram descobertas em Abu Dhabi em 1958.
Dez anos mais tarde, a Grã-Bretanha retira suas tropas da região. Os xeques se unem e em 1971 os EAU se tornam um Estado independente.
No que diz respeito à administração, cada um dos sete emirados possui seu próprio governador e ritmo. Ele tem poderes sobre a exploração do gás e petróleo de seu emirado e também sobre a receita que geram.

A perseguição

A Constituição provê liberdade religiosa e o governo, de modo geral, respeita esse direito. No entanto, há algumas restrições.
O islamismo é a religião oficial dos sete emirados. Há dois sistemas legais: o da sharia (lei islâmica) para as varas criminal e familiar; e o secular para a vara civil.
As igrejas não têm permissão para exibir uma cruz ou colocar sinos fora de sua propriedade. Entretanto, o governo não interfere no terreno que a igreja ocupa.
As congregações aceitam convertidos de todas as religiões, exceto do islamismo. Isso porque a lei não reconhece e nem permite conversão de muçulmanos a outra crença.
De acordo com a sharia, homens muçulmanos podem se casar com cristãs ou judias. Entretanto, mulheres muçulmanas não podem se casar com não-muçulmanos, a menos que estes se convertam.
Como o islamismo não valida o casamento entre um não-muçulmano e uma muçulmana, as duas partes podem estar sujeitas a detenção, julgamento e prisão sob o delito de fornicação. Entretanto, não há relatos de tais penas sendo aplicadas.
A importação de materiais religiosos não-islâmicos é proibida. As autoridades alfandegárias, porém, mostram-se mais tolerantes à importação de itens cristãos do que com o de outras religiões.
É proibida qualquer atividade religiosa que possa interferir no islamismo, como a distribuição de folhetos evangelísticos perto de uma mesquita ou em outros lugares públicos designados.
O único provedor de internet do país, o Etisalat, ocasionalmente bloqueia sites que contêm informação religiosa: dados sobre a fé baha"i, críticas negativas sobre o islamismo e testemunho de muçulmanos que se converteram ao cristianismo.

Motivos de oração

1. Há alguns missionários no país. Ore pela atuação deles e por sua integração à sociedade.

2. Deixar o islamismo significa correr risco de vida. Algumas pessoas tocadas pelo evangelho hesitam em abandonar o islamismo, pois isso significa perder a segurança da família, o status social e o círculo de amizades. Peça a Deus para que essas pessoas sintam-se irresistivelmente atraídas a Cristo e à paz que só ele pode dar.

3. A população local é quase inacessível. O petróleo trouxe muita riqueza aos árabes dos Emirados. Sua posição social distancia-os dos estrangeiros que trabalham no país. Suplique ao Senhor para abrir meios de o evangelho chegar a esses corações que também precisam de salvação.

fonte: Missão Porta Abertas - http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=6639

sábado, 30 de outubro de 2010

A Última Hora - I Jo 2.18

Pr. Samuel Lopes da Silva

“Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anti-cristo, também agora muitos se têm feito anti-cristos; por onde conhecemos que é já a última hora”.

INTRODUÇÃO.

“É já a última hora”. A expressão parece dizer-nos que estamos chegando nos últimos momentos da nossa estada aqui nesse mundo. Tal aviso procura despertar-nos para novas posições, face à nossa responsabilidade, para com Deus e Sua causa aqui na terra. O Senhor Jesus “nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas” (II Pedro 1.4) e, espera que cada um de nós honre a posição sobre a qual Ele nos tem colocado (Ef 1.3).
Para que façamos a perfeita vontade de Deus, a fim de não sermos apanhados de surpresa pela última hora, devemos dar alguns passos importantes na nossa carreira cristã.

Vejamos:

I – REFLETIR.

Refletir é pensar moderadamente, meditar, etc. Por isso é hora de reflexão. Mas em que deve constituir-se a nossa reflexão?

1 – Nossa reflexão, em primeiro lugar, deve ser sobre nós mesmos.

Devemos olhar para dentro de nós e formularmos as seguintes perguntas: Como vai a minha vida espiritual? Sou hoje mais ou menos crente do que era ontem? Se já não estamos pelo menos no mesmo patamar do que éramos ontem, isto é, se a nossa fé decresceu e, já não existe mais aquela alegria de outrora, quando sentíamos prazer de estarmos nos cultos, de testificar das grandes bênçãos recebidas, das vitórias alcançadas, de louvar ao Senhor, precisamos enquadrarmo-nos na mensagem ao anjo da Igreja em Éfeso: “lembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras” Ap 2.5.

A vida espiritual deve ser uma vida de crescimento, nunca de decréscimo ou de inércia, mas de motivação e avivamento. Todo crente precisa ser renovado a cada dia, nunca se conformar com aquilo que é; ser um crente quente e não morno com o anjo da igreja em Laodicéia Ap 3.15.

2 – Nossa reflexão, em segundo lugar, deve ser em tudo quanto temos feito, relacionado à obra do Senhor.

O crescimento da obra do Senhor Jesus aqui na terra depende de nós. A nós foi entregue a incumbência de anunciar a salvação ao mundo inteiro Mc 16.15. Para conquistar as almas, todavia, precisamos:

2.1 – Evangelizá-las. Paulo na carta aos Romanos 10.14 diz: “como ouvirão se não há quem pregue?”. É necessário, pois, que partamos em busca das almas que ainda estão como ovelhas que ainda não têm pastor, a fim de agregá-las ao aprisco do Senhor Jesus, João 10.16.

2.2 – Orando em favor da causa de Deus. A oração é a melhor arma que temos contra as ciladas de Satanás, que de tudo faz para enfraquecer e paralisar a obra do Senhor.

2.3 – Dar bom testemunho. Esta é uma das coisas mais importantes, pois a obra do Senhor tem sofrido muito pelos maus testemunhos que são dados por aqueles que não têm compromisso com a causa de Deus. Vejamos o conselho do Senhor Jesus em Mt 5. 13-16.

3 – Nossa reflexão, em terceiro lugar deve ser sobre os benefícios alcançados imerecidamente da parte de Deus.

O Estribilho do Hino de número 329 do Hinário Cantor Cristão diz: “Conta as bênçãos, conta quantas são recebidas da divina mão; uma a uma, dizi-as de uma vez, hás de ver, surpreso, quanto Deus já fez”.

Poderíamos citar inúmeros textos bíblicos, mas citaremos, apenas, para não sermos cansativos, João 3.16 e Tito 2.11-14 e deixaremos a seu critério a leitura para que você possa meditar nos benefícios recebidos.

II UNIÃO.

União é ato ou efeito de unir ou unir-se. Associação ou combinação de diferentes elementos de modo que formem um todo, etc. Unir é tornar um.

1 – É hora de vivermos unidos, conforme o salmo 133 (NVI):

“Como é bom e agradável quando os irmãos convivam em união!” (v.1). Isso é o mesmo que dizer que devemos ter o mesmo sentimento, o mesmo amor, a mesma fé, a mesma esperança, Fl 2.1-3.

“É como o óleo precioso” (v.2). O Óleo aqui, simboliza o Espírito santo no Sacerdote, para ministrar o Santo Ofício do Sacrifício. Cada crente é um sacerdote, que oferece um “sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”, e para isso necessita estar revestido do poder do Espírito Santo, Rm 12.1; I Pe 2.9; Ef 5.18.

Havendo união “o Senhor concede a bênção da vida para sempre” (v.3). Era assim que viva a Igreja Primitiva. “Perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações” Atos 2.42.

2 – É hora de uma comunhão mais restrita com Deus.

Para se ter uma vida de comunhão com Deus, a chave principal é a oração. É orando que o crente recebe o Batismo com o Espírito Santo, Lc 10.9-12. É através da oração que Deus dá a mensagem ao pr4egador, Ef 6.18, 19. É através da oração que recebemos a solução dos nossos problemas Mt 7.7, 8.

Deus está com os ouvidos abertos àqueles que oram II Cr 7.14, 15; 30.27.

O crente que vive em comunhão com Deus tem poder sobre todos os obstáculos e até sobre o inimigo de nossas almas Mc 9.29; Fl 4.13; João 15.7.

3 – É hora de comunhão entre os irmãos.

Há irmãos que dizem que estão em comunhão com Deus e com a igreja, mas no templo não se senta junto a determinado irmão porque não gosta dele. Isso é pecado I João 2.9-; 4.7, 8. A pessoa que assim procede precisa converter-se outra vez e pedir perdão àquele de quem diz não gostar.

III – CONFISSÃO.

Confissão é a revelação da própria culpa. É a conseqüência do arrependimento. A confissão e o arrependimento envolvem duas coisas:

1 – A confissão da culpa.

A confissão da culpa deve ser acompanhada do pedido de perdão, que deve ser feito a Deus, confessando-lhe as ofensas, Sl 32.1-6; Mt 6.12 e àquela pessoa a quem ofendemos Mt 5.23-25.

2 – O que confessa deve ser perdoado pelo ofendido.

O perdão deve ser sem limite, Mq 7.18, 19: Hb 10.17. Isto significa dizer que aquele que perdoa deve esquecer completamente o passado Mt 18.23-35. Mc 11.25, 26.

3 – O perdão deve ser recíproco.

Quem perdoa deve também perdoar Ef 4.32; Cl 3.13.

CONCLUSÃO

A mensagem Senhor Jesus tem dado para nós é que não podemos deixar-nos apanhar de surpresa. Jesus está voltando, a última hora está chegando por isso precisamos fazer um exame em nossa vida espiritual, vivendo em uma perfeita comunhão com Deus e com a Igreja e se estamos prontos a confessar as nossas culpas e perdoar àqueles que nos tem ofendido.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Informações do Missionário Gian e Família

Aleppo, 21 de outubro de 2010

Aos nossos mui estimados amigos e parceiros na obra do Reino,

Graça, paz e amor vos sejam multiplicados em Cristo Jesus nosso Senhor!

ARA 2 Corintios 5:14 Pois o amor de Cristo nos constrange, ...(versao em portugues)

NVI 2 Corintios 5:14 El amor de Cristo nos obliga, …(versao em español)

NAS 2 Corinthians 5:14 For the love of Christ controls us, …(versao em ingles)

Com certeza, o amor de Cristo deve ser o sentimento propulsor em tudo o que fazemos!

A FAMÍLIA

Nós estamos vivendo um novo e diferente momento em nossas vidas. Quando chegamos no Oriente Médio, o clima por aqui estava muito quente e tínhamos costantes dores de cabeça, mas agora parece que o calor vai diminuindo sua intensidade tornando-se mais surpotável.
Nosso tempo aqui em Aleppo tem sido muito bom e muito tranquilo também, sem quaisquer anormalidade, senão, esperar há dois meses pelo visto. A cidade é bonita e também uma das maiores da Síria. Aleppo está entre as mais antigas áreas habitadas, titulo esse que pode ser sustentado pela arqueologia, pois na região há inúmeros sítios arqueológicos.

Como vocês já sabem, outubro é o nosso mês. Lucas fez 13 anos dia 11 de outubro, e preparamos uma singela festinha familiar. Acreditem se quiser, mas teve até coxinha, bolinha de queijo, kibe, risoles, docinho de côco, brigadeiro e também um bolinho com refrigerante para matar as muitas saudades da nossa querida terra (Brasil).
Nossa princesa Sarah também completou 9 anos dia 20. Igualmente preparamos uma festinha para ela com bolo, refrigerante, pastelzinho e docinho. Adriana e eu faremos 16 anos de casados dia 22, sexta-feira. Parece mesmo que Deus separou outubro como sendo o nosso mês para as comemorações de toda a família.

16 ANOS DEPOIS,...

Dezesseis anos se passaram desde que começamos a nos envolver ainda que indiretamente com o povo curdo. Foi em 1994, quando depois de ouvir sobre a realidade deste povo que sentimos algo especial e entendemos que o Senhor nos direcionava em direção a este grupo etnico para lhes pregar o evangelho.
Os anos foram passando e nossa vocação transcultural foi se confirmando e se consolidando com as experiências nos campos : Uruguai e Cabo Verde. Mesmo trabalhando em outros campos, nunca perdemos o foco e o alvo de chegar entre os curdos para lhes apresentar as insondáveis riquezas de Cristo.
Nesse tempo prolongado de espera para a obtenção do visto, temos procurado estar mais de joelhos perante ao Pai, apresentando nossas petições em oração com ações de graças. Também estamos aproveitando a oportunidade para frequentemente visitar um dos bairros aqui em Aleppo cujo a maioria dos seus moradores é de origem curda.
O outro grande acontecimento neste tempo aqui na Síria, é que por duas vezes viajamos para uma região curda próxima da fronteira com a Turquia. Foi para nós experiência indizível, pois não estávamos visitando apenas um bairro de maioria curda, mas toda uma grande região com cidade(mais de 1 milhão de pessoas) e muitos vilarejos onde só há o povo alvo. Enquanto andávamos pelas ruas, nossos olhos se encheram de lágrimas e orávamos em espírito a Deus pedindo que um dia Cristo fosse revelado a eles. dezesseis anos depois, estávamos vendo, ouvindo e andando entre um povo que aprendemos a amar mesmo sem tê-lo conhecido antes.

Cidade curda Afrim Praça – Afrim Meus dois primeiros contatos curdos

Como podemos amar tanto um povo e pessoas que nunca tivemos nenhum contato pessoal a ponto de deixarmos nosso lugar de conforto e de “segurança” , bem como deixarmos todas as outras coisas em segundo plano e dedicarmos quase que cegamente a alcançá-lo? Que sentimento é esse senão o amor de Deus compartilhado com todos aqueles que se propõem obedecer e cumprir humildemente seu ministério.
Mesmo que, na maioria das vezes não saibamos os porquês, cremos que o Senhor é soberano e dará o desfecho que Lhe apraz segundo o Seu propósito na questão do nosso visto. Há uma frase que costumo pensar e dizer: “ o maior interessado em salvar seus eleitos que já foram comprados com o sangue de Jesus é o próprio Deus” . No tempo certo “ELE MOVERÁ AS ÁGUAS”!
Queridos, a carga seria muito mais pesada se não tivessemos vosso apoio e parceria.
Obrigado pela manifestação de apoio e de oração que estamos recebendo de todos vocês. Saibam que sempre vos recordamos perante ao Pai.

De seus irmãos na caminhada,

Rev. Gian, Adriana e filhos

{ Saat hosh } - primeira expressão que aprendemos na língua curda e que quer dizer “obrigado”

Orem e louvem conosco:

- Família: para que a cada dia possamos expressar a glória do Senhor.

- Visto: estamos aguardando resposta das autoridades libanesas quanto a segunda solicitação de visto feita pelo sínodo.

- Pelos filhos: para que quando começarem a frequentar as aulas na nova escola possam aprender a nova língua e se adaptar rapidamente.

- Pelos curdos: para que Jesus seja revelado a eles através do evangelho.

- Aos Parceiros: agradecemos a fidelidade não só quanto as ofertas, mas também pelo apoio de oração e carinho.

- A Deus: que nos assiste com Seu cuidado constante e que nos dá o privilégio de serví-lo no mundo.

CURIOSIDADE SOBRE ALEPPO

Aleppo, a cidade das antenas e mesquitas (título nosso)

Aleppo está entre as mais antigas áreas habitadas, titulo esse que pode ser sustentado pela arqueologia. As várias cidades antigas da região, dão testemunho das sucessivas civilizações que viveram e passaram por aqui: Amoritas, Hititas, Sumerios, cananitas, arameos, Seleucidas, romanos e bizantinos. Vindo a se tornar parte do Imperio Islamico em 637 AD.


Se você se sentir tocado por Deus para auxiliar Rev. Gian e sua família segue abaixo como fazer:

 Giancarlo Wagner da Costa


Banco do Brasil: Agência 0635-1 C/C 17509-9

*** se preferir depositar em nossa conta pessoal, não há necessidade de colocar os centavos.

Conta da APMT:

APMT – Agência Presbiteriana de Missões Transculturais:

Banco do Brasil : Agência 0635-1 C/C 7500-0

Banco Bradesco: Agência 119-8 C/C 107965-4

CNPJ da APMT: 04.138.895/0001-86

*** lembrando que se depositar pela APMT é necessário colocar nosso código de centavos que é o R$0,64. Ou seja, é necessário colocar o valor + os 64 centavos. (Exemplo: R$50,64)

email: cruzanfront@yahoo.com.br


sábado, 16 de outubro de 2010

Autoajuda ou Ajuda do Alto?


Leitura bíblica: Hebreus 13.5,6


INTRODUÇÃO

1. O termo “autoajuda” alude ao conjunto de informações e orientações que visam a possibilitar a alguém a superação de seus problemas emocionais e dificuldades de ordem prática, ou a conquista de objetivos específicos, por meio dos próprios recursos mentais e morais da pessoa.

2. A autoajuda — que é também o processo de aprimoramento pessoal por meio dos próprios recursos mentais e morais, orientado ou não por profissionais ou por livros especializados — tem o seu valor. Mas seria ela mais eficaz que a Ajuda do Alto, isto é, o socorro e a direção que vêm do Senhor, o nosso Ajudador?

I. COMO SER UM VENCEDOR?

1. Segundo os autores de autoajuda, o ser humano já nasce vencedor: “Dentre milhões de espermatozoides, somente um atingiu o óvulo da sua mãe. Você já nasceu vencedor!” Mas é preciso considerar o que está escrito em Salmos 139.16.

2. Segundo a Bíblia, todos os homens já nascem pecadores e, portanto, derrotados (Rm 3.23; 5.12; 11.32; Sl 51.5). Mas em Cristo (Ajuda do Alto) somos mais que vencedores (Rm 8.37). O que diferencia o salvo do pecador é o “tesouro”, e não o material do “vaso” (2 Co 4.7).


II. A AUTOAJUDA É ANTROPOCÊNTRICA, E A AJUDA DO ALTO, CRISTOCÊNTRICA

1. Os propagadores da autoajuda asseveram: “Você é vencedor! Quando acordar pela manhã, diga três vezes: ‘Eu sou vencedor’. Acredite em você”. Tudo gira em torno do ser humano. A mensagem, portanto, é antropocêntrica.

2. O Evangelho é cristocêntrico (Mc 16.17,18; 1 Co 1.22,23; 2.1-5; 2 Co 2.17). Ele prioriza a vitória de Cristo, e não a nossa.

a) Cristo venceu o pecado (Jo 1.29; Hb 4.15) — Ele nasceu e viveu sem pecado; morreu por nossos pecados; e ressuscitou para a nossa justificação.

b) Cristo venceu Satanás (Mt 4.1-11; 1 Jo 3.5,8; Jo 19.30; Cl 2.14,15).

c) Cristo venceu a morte (At 17.30,31; Hb 2.14).

III. A AUTOAJUDA, A AJUDA DO ALTO E OS NOSSOS SONHOS

1. Os propagadores da autoajuda usam muitos bordões ligados a sonhos: “Nunca deixe de sonhar”, “Ouse sonhar”, etc., sugerindo que tudo, na vida, gira em torno de nossos projetos e aspirações.

2. De acordo com a Bíblia, podemos sonhar (1 Tm 3.1), mas a vontade de Deus está acima dos nossos projetos (Pv 16.1; Rm 12.1,2).

a) O sonho (projeto) de Davi.

b) Os sonhos (projetos) de Paulo.

c) Os sonhos (sonhos, mesmo!) de José.

CONCLUSÃO

1. Os livros de autoajuda asseveram: “A vida sem sonhos é monótona, sem brilho. Ouse sonhar! Reaja! Você pode mudar as circunstâncias. Acredite em você”.

2. Segundo a Bíblia, devemos entregar a nosso caminho ao Senhor (Sl 37.5; 1 Pe 5.7). E Ele cuida de nós espiritual, ministerial, material, física, sentimental e profissionalmente. Sim, o Senhor é o nosso Ajudador (Hb 13.5,6), e tudo podemos nEle (Fp 4.11-13).

Em Cristo,

Pr. Ciro Sanches Zibordi

ciro.zibordi@uol.com.br

Fonte: Blog do Ciro http://cirozibordi.blogspot.com/