sexta-feira, 13 de maio de 2011

Dinheiro na Bíblia


Usamos o dólar como referência por ser a moeda mais utilizada em todo o mundo.)


* Siclo (Êxodo 30:13) - Valia uns três centavos de dólar.

* Dracma (Lucas 15:8) - Moeda de prata equivalente a cerca de onze centavos de dólar.

* Estáter (Mateus 17:27) - Moeda grega equivalente a cerca de quatro dracmas.

* Mina (Lucas 19:13) - Não era uma moeda, mas sim uma parte da unidade monetária grega, equivalente a cem dracmas.

* Talento (Mateus 18:24) - Moeda grega que valia uns mil e quinhentos dólares.

* Asse (Mateus 10:29) - Moeda romana que tinha o valor de um centavo.

* Quadrante (Marcos 12:42) - Moeda romana de cobre que valia um quarto de centavo.

* Denário (Mateus 18:28) - Moeda de prata do grande império romano. Em tempos normais seu valor era de uns 20 centavos, mas depois sofreu uma desvalorização, durante o domínio de Nero, chegando a valer apenas uns onze centavos. Na parábola dos dois devedores, o servo não quis perdoar seu conservo pelos onze dólares que esse lhe devia; no entanto o rei lhe havia perdoado cerca de 15 milhões de dólares.

* Calcula-se que o presente que Naamã ofereceu a Eliseu, do qual Geazi finalmente se apropriou, equivalia a uns 48.000 dólares.

* Judas vendeu a Jesus por 30 moedas de prata, equivalentes a uns 20 dólares.

* O preço pelo qual os irmãos de José o venderam correspondia a uns 13 dólares.

fonte: http://www.assembleiadedeus.org.br/site/curiosidades.php

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Legalismo, um caldo mortífero


Rev. Hernandes Dias Lopes

Malcon Smith definiu legalismo como um caldo mortífero. Quem dele se nutre adoece e morre. O legalismo é uma ameaça à igreja, pois dá mais valor à forma do que a essência, mais importância à tradição do que a verdade, valoriza mais os ritos religiosos do que o amor. O legalismo veste-se com uma capa de ortodoxia, mas em última análise, não é a verdade de Deus que defende, mas seu tradicionalismo conveniente. O legalista é aquele que rotula como infiéis e hereges todos aqueles que discordam da sua posição. O legalista é impiedoso. Ele julga maldosamente com seu coração e fere implacavelmente com sua língua e espalha contenda entre os irmãos.

As maiores batalhas, que Jesus travou foram com os fariseus legalistas. Eles acusavam Jesus de quebrar a lei e insurgir-se contra Moisés. Vigiaram os passos do Mestre, censuravam-no em seus corações e desandaram a boca para assacar contra o Filho de Deus as mais pesadas e levianas acusações. Acusaram-no de amigo dos pecadores, glutão, beberrão e até mesmo de endemoniado. Na mente doentia deles, Jesus quebrava a lei ao curar num dia de sábado, mas não se viam como transgressores da lei quando tramavam a morte de Jesus com requinte de crueldade nesse mesmo dia.

O legalismo não morreu. Ele ainda está vivo e presente na igreja. Ainda é uma ameaça à saúde espiritual do povo de Deus. Há muitas igrejas enfraquecidas e sem entusiasmo sob o jugo pesado do legalismo. Há muitos cultos sem vida e sem qualquer manifestação de alegria, enquanto a Escritura diz que na presença de Deus há plenitude de alegria e delícias perpetuamente. J. I. Packer em seu livro Na Dinâmica do Espírito diz que não há nada mais solene do que um funeral. Há cultos que são solenes, mas não há neles nenhum sinal de vida. Precisamos nos acautelar contra o legalismo e isso, por três razões:

1. Porque dá mais valor à aparência do que ao coração. Os fariseus gostavam de tocar trombeta sobre sua santidade. Eles aplaudiam a si mesmos como os campeõess da ortodoxia. Eles eram os separados, os espirituais, os guardiões da fé. Mas por trás da máscara de santidade escondiam um coração cheio de ódio e impureza. Eram sepulcros caiados, hipócritas, filhos do

2. Porque dá mais valor aos ritos do que às pessoas. Os legalistas são impiedosos com as pessoas. Censuram, rotulam, acusam e condenam implacavelmente. Não são terapeutas da alma, mas flageladores da consciência. Colocam fardos e mais fardos sobre as pessoas. Atravessam mares para fazer um discípulo, apenas para torná-lo ainda mais escravo do seu tradicionalismo. Os legalistas trouxeram uma mulher apanhada em flagrante adultério e lançaram-na aos pés de Jesus. Não estavam interessados na vida espiritual da mulher nem nos ensinos de Jesus. Queriam apenas servir-se da situação para incriminar Jesus. Os legalistas ainda hoje não se importam com as pessoas, apenas com suas idéias cheias de preconceito.

3. Porque dá mais valor ao tradicionalismo do que à verdade. Precisamos fazer uma distinção entre tradição e tradicionalismo. A tradição é a fé viva daqueles que já morreram enquanto o tradicionalismo é a fé morta daqueles que ainda estão vivos. A tradição, fundamentada na verdade, passa de geração em geração e precisa ser preservada. Mas, o tradicionalismo, filho bastardo do legalismo, conspira contra a verdade e perturba a igreja. Que Deus nos livre do legalismo. Foi para a liberdade que Cristo nos libertou! Aleluia!

fonte: http://hernandesdiaslopes.com.br/2011/04/legalismo-um-caldo-mortifero/

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Resposta a Arnaldo Jabour sobre a ausência de Deus na tragédia de Realengo

O comentarista do Jornal da Globo e da Rádio CBN , Arnaldo Jabor, afirmou  que o crime cometido por Wellington Menezes de Oliveira em uma escola municipal em Realengo, no Rio de Janeiro, foi eminentemente religioso e que a tragédia em questão aponta para um Deus ausente.
Bom, concordo com Jabor quando afirma que o assassino era um religioso. Na verdade, o pouco que se sabe da vida pregressa deste rapaz, é que ele era um sujeito isolado, frequentador das reuniões promovidas pelos Testemunhas de Jeová, e com significativas tendências ao fanatismo. No entanto, discordo plenamente quando afirma que Deus em meio a tragédia de Realengo, estava ausente.
Caro leitor, ao contrário do que Jabor afirma, o Deus Soberano estava presente em Realengo. O Deus da Bíblia, se fez presente quando livrou um incontável número de crianças de uma tragédia maior. O Deus Soberano estava presente, quando sobrenaturalmente, ministrou conforto e consolo ao coração dos enlutados; O Deus Soberano estava presente, quando através da Igreja e de instituições como o Rio de Paz estenderam a mão de solidariedade àqueles que estão sofrendo em virtude lo luto e da dor; O Deus Soberano estava presente, quando alguns meninos feridos desceram correndo dois quarteirões para chamar os policiais que atuavam em uma blitz no trânsito, a fim de deterem um monstro que pretendia matar muito mais gente do que já havia matado; O Deus soberano estava presente, quando um dos militares, se contrapôs, ao assassino interrompendo assim a brutal sequência de assassinatos.
Bom, talvez ainda assim você esteja perguntando: Se Deus estava presente, porque permitiu a morte de 12 adolescentes? Pois é, nem sempre temos respostas para tudo, contudo, mesmo que do ponto de vista humano não saibamos responder algumas questões que a vida nos impõe, isto não aponta para o fato de que Deus não sabia o que iria acontecer naquela manhã, ou até mesmo que se encontrava ausente.
Caro leitor, as Escrituras Sagradas nos ensinam que Deus é absolutamente Soberano. Como o Deus Todo-poderoso, Ele governa o mundo. Ele é o Rei dos reis, o Senhor dos senhores, o Altíssimo Deus. A Ele pertence todo poder e toda autoridade para fazer o que lhe agrade em cima nos céus e em baixo na terra. O mundo e tudo que nele há é o Seu mundo e que toda criatura existente neste mundo está debaixo de domínio e poder.
Isto posto, concluo como uma frase do teológo canadense J.I.Packer, que diz: que a mão de Deus até parecer estar escondida, mas o seu governo é absoluto.”

Renato Vargens

Fonte: http://renatovargens.blogspot.com/2011/04/assassino-de-realengo-deixa-video.html

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Menino evangélico escapa de ataque do atirador, em Realengo



Mateus Moraes, 13 anos, orou e pediu para não ser morto

Mateus Moraes, 13 anos, foi talvez o único aluno que teve a clemência do atirador Wellington Menezes, na Escola Municipal Tasso Vieira, em Realengo. Enquanto o criminoso disparava, frio e impassível contra seus colegas, Mateus orava perto do quadro negro, sem ser incomodado, na sala 1801, no primeiro andar do prédio da escola.
“Eu estava em pé e era um dos mais nervosos. Pedi para ele não me matar, e ele disse: ‘Fica tranqüilo que não vou te matar.’ E não atirou em mim”, contou o menino.
Uma possível explicação, acredita Mateus, é o fato de que ele ficou o tempo todo orando. Ele pertence à Igreja Assembleia de Deus e atribui a Deus o fato de ter saído vivo do ataque. “Deus me protegeu.”
O atirador andava calmamente pela sala, disparando contra as crianças, principalmente na cabeça e no tórax.
De acordo com a Polícia Militar, Wellington invadiu a instituição de ensino por volta das 8h e disparou contra alunos. A direção da escola informou que o homem - que era um ex-aluno - se passou por um palestrante para entrar na instituição de ensino. Ao chegar ao local, primeiro ele teria procurado uma professora que já tinha lhe dado aula no passado. Como não a encontrou, subiu para o primeiro andar, foi em duas salas do oitavo ano do Ensino Fundamental e efetuou disparos.

Fonte: Último Segundo / Redação CPAD News





quarta-feira, 6 de abril de 2011

Os gemidos da natureza




Rev. Hernandes Dias Lopes

O terremoto que sacudiu o Japão e o tsunami que varreu algumas de suas cidades no mês de março de 2011 ainda nos chocam profundamente. A natureza está gemendo e se contorcendo de dores. Os terremotos, maremotos e tsunamis, além de fenômenos naturais são também trombetas de Deus aos ouvidos da humanidade. Esses desastres da natureza vem de causas naturais e também de intervenção sobrenatural. Os efeitos da queda atingiram não apenas a raça humana, mas também a natureza. A natureza está sujeita à servidão e aguarda, com gemidos profundos, a restauração desse cativeiro (Rm 8.20-22). De igual forma, a igreja, tendo as primícias do Espírito, também geme aguardando sua completa redenção, quando teremoscorpos incorruptíveis e gloriosos. Até mesmo o Espírito Santo está gemendo, com gemidos inexprimíveis, intercendo por nós, em nós, ao Deus que está sobre todos nós (Rm 8.26).
Precisamos olhar para os fenômenos da natureza não apenas com os olhos da investigação científica, mas também na perspectiva da fé. Jesus disse que um dos sinais de sua segunda vinda seria a ocorrência de terremotos em vários lugares. Esses gemidos da natureza têm se intensificado sobremodo desde o século passado. No livro de Apocalipse, capítulos 8 a 11, há o relato das trombetas de Deus. Essas trombetas falam do juízo de Deus em resposta à abertura dos selos, quando o mundo perseguiu de forma implacável a igreja. Essas trombetas falam do juízo de Deus temperado com a misericórdia. São um alerta de Deus e um chamado ao arrependimento. Quando as trombetas tocam, seus efeitos se fazem sentir na terra, nos mares, nos rios, nos astros e sobre os homens. A fúria da natureza está fora do controle humano, mas cumpre uma agenda divina. Essa agenda é um chamado veemente de Deus às nações para o arrependimento antes que seja tarde demais. Se as trombetas não forem ouvidas, as taças da ira de Deus serão derramadas. A diferença entre as trombetas e as taças é que naquelas a porta da graça está aberta e a salvação é oferecida aos que se arrependem; porém, quando as taças forem derramadas não haverá mais tempo de arrependimento. As portas da graça terão se fechado para sempre.
Os defensores da teologia relacional defendem que nem mesmo Deus tem controle desses fenômenos e que ele é tão surpreendido como nós quando essas tragédias desabam sobre a humanidade. As Escrituras, porém, revelam-nos que nada apanha Deus de surpresa. Ele está assentado na sala de comando do universo e tem as rédeas da história em suas mãos. Cabe-nos nesse tempo de dor, ouvirmos sua voz; voltarmo-nos para ele com sincero arrependimento e expressarmos aos que são atingidos pelas catástrofes nossa solidariedade. Não temos o direito de especular a dor alheia nem fazer conjecturas apressadas. Devemos, antes, nos humilhar sob a onipotente mão de Deus e entendermos que os dias se aproximam. Devemos nos preparar convenientemente para o dia em que o Senhor virá em majestade e glória. Devemos viver com santo temor aguardando e apressando o dia da vinda de nosso Senhor. Devemos anunciar com senso de urgência o evangelho da graça e manifestar a todos os homens, nosso amor incondicional.