terça-feira, 8 de novembro de 2011

NEM TEOLOGIA DA PROSPERIDADE, NEM TEOLOGIA DA MISERABILIDADE





IMAGEM: Blog do Jasiel Botelho

Pr. Altair Germano

E digo isto: Que o que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia em abundância em abundância também ceifará. Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. E Deus é poderoso para tornar abundante em vós toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, toda suficiência, superabundeis em toda boa obra, conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres, a sua justiça permanece para sempre. Ora, aquele que dá a semente ao que semeia e pão para comer também multiplicará a vossa sementeira e aumentará os frutos da vossa justiça; para que em tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual faz que por nós se dêem graças a Deus. (2 Co 9.6-11)

Tão nociva quanto a Teologia da Prosperidade (ou da Vitória Financeira), defendida pelos televangelistas aproveitadores da ingenuidade alheia, que apelam para a autoridade de falsos profetas importados, é também a Teologia da Miserabilidade.

Enquanto a Teologia da Prosperidade apela para o "dar tudo", a Teologia da Miserabilidade retém tudo.

O texto bíblico citado acima nos oferece uma base sólida e clara para a prática da contribuição financeira na igreja.

Em primeiro lugar, o apóstolo Paulo nos exorta a semear com abundância. Obviamente, tal abundância é proporcional a realidade financeira de cada um. Dessa forma, para alguns R$ 100,00 será uma oferta abundante, enquanto que para outros, o valor abundante será R$ 100.000,00.

Em segundo lugar, a contribuição é baseada numa decisão subjetiva e livre por parte do ofertante. Ninguém lhe propõe, nem estabelece valores ou quantidade. Não há desafios, não há apelações, não há manipulações, não há coações.

Em terceiro lugar, o ato livre e consciente de contribuir deve ser motivado pelo sentimento certo. É a alegria que norteia a liberalidade do ofertante. Nada de culpas, nada de tristezas, nada de medos, nada de barganhas.

Em quarto lugar, o propósito da abundância, da suficiência, da multiplicação e do enriquecimento precisa estar bem compreendido e definido pelo ofertante. Prosperamos para superabundarmos em toda a boa obra. Somos enriquecidos para toda beneficência.

Entendendo dessa forma os princípios norteadores da contribuição financeira à luz do Novo Testamento, abominaremos a Teologia da Prosperidade (ou da Vitória Financeira), rejeitaremos igualmente a Teologia da Miserabilidade e vivenciaremos a Teologia da Generosidade para a glória de Deus.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O que a Bíblia ensina acerca do aborto?


No Antigo Testamento, a Bíblia se utiliza das mesmas palavras hebraicas para descrever os ainda não nascidos, os bebês e as crianças. No Novo Testamento, o grego se utiliza, também, das mesmas palavras para descrever crianças ainda não nascidas, os bebês e as crianças, o que indica uma continuidade desde a concepção à fase de criança, e daí até a idade adulta.

A palavra grega brephos é empregada com freqüência para os recém-nascidos, para os bebês e para as crianças mais velhas (Lucas 2.12,16; 18.15; 1 Pedro 2.2). Em Atos 7.19, por exemplo, brephos refere-se às crianças mortas por ordem de Faraó. Mas em Lucas 1.41,44 a mesma palavra é empregada referindo-se a João Batista, enquanto ainda não havia nascido, estando no ventre de sua mãe.

Aos olhos de Deus ele era indistinguível com relação a outras crianças. O escritor bíblico também nos informa que João Batista foi cheio do Espírito Santo enquanto ainda se encontrava no ventre materno, indicando, com isso, o inconfundível ser (Lucas 1.15). Mesmo três meses antes de nascer, João conseguia fazer um miraculoso reconhecimento de Jesus, já presente no ventre de Maria (Lucas 1.44).

Com base nisso, encontramos a palavra grega huios significando "filho", utilizada em Lucas 1.36, descrevendo a existência de João Batista no ventre materno, antes de seu nascimento (seis meses antes, para ser preciso).

A palavra hebraica yeled é usada normalmente para se referir a filhos (ou seja, uma criança, um menino etc.). Mas, em Êxodo 21.22, é utilizada para se referir a um filho no ventre. Em Gênesis 25.22 a palavra yeladim (filhos) é usada para se referir aos filhos de Rebeca que se empurravam enquanto ainda no ventre materno. Em Jó 3.3, Jó usa a palavra geber para descrever sua concepção: "Foi concebido um homem! [literalmente, foi concebida uma criança homem]". Mas a palavra geber é um substantivo hebraico normalmente utilizado para traduzir a idéia de um "homem", um "macho" ou ainda um "marido". Em Jó 3.11-16, Jó equipara a criança ainda não nascida ("crianças que nunca viram a luz") com reis, conselheiros e príncipes.

Todos esses textos bíblicos e muitos outros indicam que Deus não faz distinção entre vida em potencial e vida real, ou em delinear estágios do ser – ou seja, entre uma criança ainda não nascida no ventre materno em qualquer que seja o estágio e um recém-nascido ou uma criança. As Escrituras pressupõem reiteradamente a continuidade de uma pessoa, desde a concepção até o ser adulto. Aliás, não há qualquer palavra especial utilizada exclusivamente para descrever o ainda não nascido que permita distingui-lo de um recém-nascido, no tocante a ser e com referência a seu valor pessoal.

E ainda, o próprio Deus se relaciona com pessoas ainda não nascidas. No Salmo 139.16, o salmista diz com referência a Deus: "Os teus olhos me viram a substância ainda informe". O autor se utiliza da palavra golem, traduzida como "substância", para descrever-se a si mesmo enquanto ainda no ventre materno. Ele se utiliza desse termo para se referir ao cuidado pessoal de Deus por ele mesmo durante a primeira parte de seu estado embrionário (desde a nidação até as primeiras semanas de vida), o estado antes do feto estar fisicamente "formado" numa miniatura de ser humano. Sabemos hoje que o embrião é "informe" durante apenas quatro ou cinco semanas. Em outras palavras, mesmo na fase de gestação da "substância ainda informe" (0-4 semanas), Deus diz que Ele se importa com a criança e a está moldando (Salmo 139.13-16).

Outros textos da Bíblia também indicam que Deus se relaciona com o feto como pessoa. Jó 31.15 diz: "Aquele que me formou no ventre materno, não os fez também a eles? Ou não é o mesmo que nos formou na madre?"

Em Jó 10.8,11 lemos: "As tuas mãos me plasmaram e me aperfeiçoaram... De pele e carne me vestiste e de ossos e tendões me entreteceste".

O Salmo 78.5-6 revela o cuidado de Deus com os "filhos que ainda hão de nascer".

O Salmo 139.13-16 afirma: "Pois tu formaste o meu interior, tu me teceste no seio de minha mãe. Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste... Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado, e entretecido como nas profundezas da terra. Os teus olhos me viram a substância ainda informe".

Esses textos bíblicos revelam os pronomes pessoais que são utilizados para descrever o relacionamento entre Deus e os que estão no ventre materno.

Esses versículos e outros (Jeremias 1.5; Gálatas 1.15, 16; Isaías 49.1,5) demonstram que Deus enxerga os que ainda não nasceram e se encontram no ventre materno como pessoas. Não há outra conclusão possível. Precisamos concordar com o teólogo John Frame: "Não há nada nas Escrituras que possa sugerir, ainda que remotamente, que uma criança ainda não nascida seja qualquer coisa menos que uma pessoa humana, a partir do momento da concepção".[1]

À luz do acima exposto, precisamos concluir que esses textos das Escrituras demonstram que a vida humana pertence a Deus, e não a nós, e que, por isso, proíbem o aborto. A Bíblia ensina que, em última análise, as pessoas pertencem a Deus porque todos os homens foram criados por Ele.

E se você já fez um aborto?

Você já fez um aborto? Onde quer que se encontre, queremos que você saiba que o perdão genuíno e a paz interior são possíveis, e que uma verdadeira libertação do passado pode ser experimentada.

Deus é um Deus perdoador:

"Porém tu [és]... Deus perdoador, clemente e misericordioso, tardio em irar-te, e grande em bondade" (Neemias 9.17b).

"Pois tu, SENHOR, és bom e compassivo; abundante em benignidade para com todos os que te invocam" (Salmo 86.5).

Aliás, Deus não apenas perdoa, Ele, de fato, "esquece":

"Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim, e dos teus pecados não me lembro" (Isaías 43.25).

Você poderá encontrar perdão agora mesmo simplesmente colocando sua confiança em Jesus Cristo. Você pode confiar nEle, virando as costas para os caminhos que você tem seguido, reconhecendo e confessando seus pecados a Ele, e voltando-se para Cristo com a confiança de que através do Seu poder, Ele haverá de lhe conceder perdão e uma nova vida. Se você deseja ter seus pecados perdoados, se deseja estar livre da culpa, se quer ter nova vida em Cristo, se quer conhecer a Deus, e se você sabe que é amada por Ele, sugerimos a seguinte oração:

Querido Deus, eu confesso o meu pecado. Meu aborto foi coisa errada e eu agora venho à Tua presença em busca de perdão e de purificação. Peço que não apenas me perdoes esse pecado, mas que me perdoes todos os pecados de minha vida. Eu aceito que Jesus Cristo é Deus, que Ele morreu na cruz para pagar a penalidade pelos meus pecados, que ressuscitou ao terceiro dia, e que está vivo hoje. Eu O recebo agora como meu Senhor e Salvador. Eu agora aceito o perdão que Tu providenciaste gratuitamente na cruz e que me prometeste na Bíblia. Torna o teu perdão real para mim. Eu peço isso em nome de Jesus. Amém.

(John Ankerberg e John Weldon - http://www.chamada.com.br)

Notas

Paul Fowler, Abortion: Toward an Evangelical Consensus (Portland, OR: Multnomah Press, 1987), p. 147.
 

terça-feira, 4 de outubro de 2011

4 coisas que um Pastor não foi chamado para fazer


Pr. Renato Vargens

A missão do pastor é glorificar a Cristo através da pregação do Evangelho de Deus. Os pastores foram chamados e vocacionados pelo Eterno para anunciar a única coisa capaz de transformar o coração dos homens que é a Boa Nova da Salvação Eterna. Todavia, os dias são dificeis e lamentavelmente muitos daqueles que deveriam ocupar o seu tempo pregando Cristo, envolveram-se em missões alternativas jogando na lata do lixo aquilo que nos é mais precioso.

Diante disto, de forma prática e objetiva gostaria de enumerar 04 coisas que o pastor não foi chamado para fazer:

1- O pastor não foi chamado por Deus para promover uma agenda politica.

Caro leitor, não acredito em messianismos utópicos, nem tampouco em pastores especiais, que trocaram o santo privilégio de ser pregador do evangelho eterno por um cargo público qualquer. Por favor, preste atenção: Não estou com isso afirmando de que o crente em Jesus não pode jamais concorrer a um cargo público. Tenho convicção de que existem pessoas vocacionadas ao serviço público, as quais devem se dedicar com todo esmero a esta missão. No entanto, acredito que o fator preponderante a candidatura a um cargo qualquer, deve ser motivada pelo desejo de servir o povo e a nação, jamais fazendo do nome de Deus catapulta para sua projeção pessoal. Agora, se mesmo assim o pastor desejar candidatar-se, (o que acho uma grande loucura) que deixe o pastorado, que não misture o santo ministério com o serviço público, que não barganhe a fé, nem tampouco confunda as ovelhas de Cristo com o gado marcado para o abate. Que não comercialize aqueles que o Senhor os confiou, nem tampouco se locuplete do nome de Deus a fim de atingir seus planos e objetivos.

2- O pastor não foi chamado pra criar um movimento religioso cujo objetivo é eleger o presidente da república.

Lamentavelmente não são poucos os movimentos eclesiásticos que surgem a cada dia neste país com objetivo principal de eleger um presidente da república "cristão". A missão do pastor não é organizar eventos em prol de um candidato a presidência da nação, e sim proclamar intrépidamente o Evangelho de Cristo, mesmo porque, o que muda e transforma o homem e seu país não é a pactuação politica partidária com candidato a ou b, o que muda uma nação é a compreensão do maior tesouro de todos os tempos, a maravilhosa mensagem da cruz.

3- O Pastor não foi chamado a envolver-se exclusivamente com movimentos sociais que combatem a fome, a violência e outras coisas mais.

Prezado amigo, por mais que seja lícito e louvável envolver-se com os problemas da cidade o pastor não foi chamado para envolver-se exclusivamente com ONGS, OSCS e instituições afins. O pastor não foi chamado por Deus para fazer protestos politicos e públicos em prol da paz ou da sociedade civil. O ministro do Evangelho foi vocacionado por Cristo, para pregar Cristo, anunciar Cristo e a Salvação em Cristo.

4- O pastor não foi chamado para dedicar seu tempo pregando o Evangelho da libertação e exclusão social.

Infelizmente não são poucos os pastores que gastam seu tempo pregando um evangelho cuja única premissa é saciar a fome do pobre. Ora, o Evangelho é mais do que isso, é anunciar Cristo, é pregar Cristo, é chamar o pecador ao arrependimento dos seus pecados. O problema é que em nome de uma claudicante espiritualidade, oferta-se ao pobre o pão que sacia a fome do corpo negando-lhe entretanto, o pão que desceu do céu. A pregação do Evangelho não nega o pão ao faminto, mas também não abre mão de pregar Cristo como único e suficiente Salvador.

Isto posto, faço minhas as palavras de Paulo que pouco antes de morrer disse ao seu jovem discipulo Timóteo: "Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino, que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas. Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério." 2 Timóteo 4:1-5

Pense nisso!

Renato Vargens

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Jesus, o Maior dos Médicos



Mensagem lida na formatura do Curso de Medicina da PUC-PR /2010.

Boa noite a todos!

Hoje estou aqui para prestar uma homenagem ao primeiro, maior e melhor médico da história da humanidade!

Deus é esse médico, o médico dos médicos, e o mais excelente conhecedor do corpo humano. Todas as células e tecidos, órgãos e sistemas, foram arquitetados por Ele, e Ele entende e conhece a sua criação melhor do que todos.

Que médico mais excelente poderia existir?

Deus é o primeiro cirurgião da história. A primeira operação? Uma toracoplastia, quando Deus retirou uma das costelas de Adão e dela formou a mulher.

Ele também é o primeiro Anestesista, porque antes de retirar aquela costela fez um profundo sono cair sobre o homem.

Deus é o melhor Obstetra especialista em fertilização que já existiu! Pois concedeu filhos a Sara, uma mulher que além de estéril, já estava na menopausa havia muito tempo!

Jesus, o filho de Deus, que com Ele é um só, é o primeiro pediatra da história, pois disse: “Deixem vir a mim as crianças, porque delas é o reino de Deus!”

Ele também é o maior reumatologista, pois curou um homem que tinha uma mão ressequida, ou, tecnicamente uma osteoartrite das articulações interfalangeanas.

Jesus é o primeiro oftalmologista, relatou em Jerusalém, o primeiro caso de cura em dois cegos de nascença.

Ele também é o primeiro emergencista a realizar, literalmente, uma ressuscitação cardio-pulmonar bem sucedida, quando usou como desfibrilador as suas palavras ao dizer: “Lázaro, vem para fora!”, e pelo poder delas, ressuscitou seu amigo que já havia falecido havia 4 dias.

Ele é o melhor otorrinolaringologista, pois devolveu a audição a um surdo. Seu tratamento? O poder de seu amor.

Jesus também é o maior psiquiatra da história, há mais de 2 mil anos curou um jovem com graves distúrbios do pensamento e do comportamento!

Deus também é o melhor ortopedista que já existiu, pois juntou um monte de ossos secos em novas articulações e deles fez um grande exército de homens. Sem contar quando ele disse a um homem coxo: “Levanta, toma a tua maca e anda!”, e o homem andou! O tratamento ortopédico de quadril mais efetivo já relatado na história!

A primeira evidência científica sobre a hanseníase está na Bíblia! E Jesus é o dermatologista mais sábio da história, pois curou instantaneamente 10 homens que sofriam desta doença.

Ele também é o primeiro hematologista, pois com apenas um toque curou a coagulopatia de uma mulher que sofria de hemorragia havia mais de 12 anos e que tinha gastado todo o seu dinheiro com outros médicos em tratamentos sem sucesso.

Jesus é ainda, o maior doador de sangue do mundo. Seu tipo sanguíneo? O negativo, ou, doador universal, pois nesta transfusão, Ele, ofereceu o seu próprio sangue, o sangue de um homem sem pecado algum, por todas as pessoas que tinham sobre si a condenação de seus erros, e assim, através da sua morte na cruz e de sua ressurreição, deu a todos os que o recebem, o poder de se tornarem filhos de Deus! E para ter este grande presente, que é a salvação, não é necessário FAZER nada, apenas crer e receber!

O bom médico é aquele que dá a sua vida pelos seus pacientes! Ele fez isso por nós!

Ele é um médico que não cobra pelos seus serviços, porque o presente GRATUITO de Deus é a vida eterna!

No seu consultório não há filas, não é necessário marcar consulta e nem esperar para ser atendido, pelo contrário, Ele já está à porta e bate, e aquele que abrir a seu coração para Ele, Ele entrará e fará uma grande festa! Não é necessário ter plano de saúde ou convênio, basta você querer e pedir! O tratamento que ele oferece é mais do que a cura de uma doença física, é uma vida de paz e alegria aqui na terra e mais uma eternidade inteira ao seu lado no céu!

O médico dos médicos está convidando você hoje para se tornar um paciente dele, e receber esta salvação e constatar que o tratamento que Ele oferece é exatamente o que você precisa para viver!

Ele é o único caminho, a verdade e a vida. Ninguém pode ir até Deus a não ser por Ele.

Seu nome é Jesus.

A este médico seja hoje o nosso aplauso e a nossa sincera gratidão!



terça-feira, 20 de setembro de 2011


Pr. Samuel Lopes da Silva

INTRODUÇÃO.

A Bíblia nos surpreende com os fatos que nela se encontram escritos. Não importa do que ela está falando. O certo é que sempre, em cada mensagem, há um fato novo que nos traz um maravilhoso ensino. Vejamos este texto que fala do Centurião de Cafarnaum. Parece simples à primeira vista, mas quando o observamos atentamente, notamos que nele existem pequenos detalhes relacionados com o Centurião que nos deixa impressionados. Vejamos.

I – A ATITUDE DO CENTURIÃO (v. 6).

A primeira vista parece um fato sem importância a procura do Centurião pelo Senhor Jesus motivado pela doença de um seu criado. Porém, quando olhamos a relação Senhor criado, verificamos que o fato é relevante, porque aquele criado não passava de um escravo. E, na concepção do povo da época, o escravo não passava de um objeto que fora adquirido por seu senhor. Os direitos dos senhores de escravos eram extensos. Estes podiam matar, prender, surrar, etc. (Fm v.8-21). Então parece muito estranho, quando um dono de um escravo, encontra esse doente, ao invés de abandoná-lo ao leu, procura socorro. A atitude do Centurião é de uma pessoa sensata e nos traz uma grande lição. Quantos de nós por qualquer tolice, pensamos logo na vingança, queremos retribuir em dobro o mal que alguém nos fez, enquanto que, o Centurião portou-se de modo contrário. Embora o fato não se tratasse de um mal que alguém lhe fizera, todavia, tratava-se de um ser que não passava de um escravo, que na concepção do filósofo grego Aristóteles, não tinha alma.

Outro detalhe importante é que esse homem não era judeu, mas romana. Não era um adorador em potencial do Deus dos hebreus pela sua condição de romano. Com toda a certeza fora informado a respeito do Senhor Jesus. O que impressiona é a sua atitude: queria ver o seu escravo curado. Isto meus irmão, é o que significa ter um verdadeiro amor, pois, foi este tipo de amor que o Senhor Jesus classificou como o segundo maior de todos os mandamentos: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” Mc 12.31.

E nós, o que temos feito em favor dos escravos que por aí se encontram? Escravos das bebidas alcoólicas, do tabaco, dos demais entorpecentes, escravos de todo tipo de pecado, em fim, escravos do diabo. Temos tido amor por esta gente? Ou os tratamos com desdém, com desprezo? Tenho visto crentes que quando se refere a uma pessoa não evangélica a trata de ímpia. Esse não deve ser o nosso procedimento. Devemos sempre referir-nos a tais pessoas com comiseração pelo seu estado pecaminoso.

II – A ORAÇÃO DO CENTURIÃO (v. 5).

“E, entrando Jesus em Cafarnaum, chegou junto dele um Centurião, rogando-lhe”

O detalhe aqui está na oração ou pedido desse homem, pois a palavra rogar significa: Pedir com insistência e humildade; instar, implorar, suplicar. Vou desprezar as demais palavras sinônimas de rogar e utilizar apenas o sinônimo implorar, pois, este significa: pedir humildemente; suplicar com lágrimas. Eis aqui, meus irmãos uma grande virtude do Centurião. Além de humilde era emotivo. Foi ao Senhor chorando: “Senhor”, veja a expressão: “Senhor”! O Senhor Jesus era um homem comum, da plebe, enquanto que o Centurião um oficial romano, comandante de uma centúria, isto é, de uma centena de homens e por isso podia aproveitar-se da condição cativa do povo judeu e ordenar a um de seus soldados que trouxesse o Senhor Jesus até sua presença. Não. Ele foi incapaz disso. Humildemente procurou o Senhor Jesus com lágrimas. Talvez esteja faltando isso em você: descer de seu pedestal da soberba, do orgulho, da sabedoria aos seus próprios olhos e humilhar-se, I Pe 5.6.

Há pessoas que pensam que são donas de Deus e que Deus é objeto de sua manipulação. Quando enfrentam algum problema ao invés de apresentar-se a Deus humildemente chegam em suas orações dando ordens e exigindo cumprimento de promessas e vão logo dizendo que não aceitam tal situação. Tomemos o exemplo do Centurião em seu pedido: “Senhor, o meu criado jaz em casa paralítico, e violentamente atormentado”. Que oração linda, que humildade, que atitude de adoração. Ao contrário de tantos de outros que só pelo fato de ter o dom da oratória e conseguir sugestionar o povo, quando estão pregando para uma multidão de pessoas simples já andam pisando duro pensando ser alguma coisa.

Deixemos isso e falemos de mais uma característica do Centurião

III – A HUMILDADE DO CENTURIÃO (v. 8).

Diante do pedido com lágrimas do Centurião, o Senhor lhe respondeu: “Eu irei, e lhe darei saúde” (v. 7). Aí entra a humildade do homem. O Centurião quando ouviu o Senhor Jesus dizer que ia à sua casa tremeu. Espere aí, em minha casa? Senhor, não sou digno que entres em minha casa. No pensamento do Centurião veio a sua condição de pecador. A sua casa era imunda para uma pessoa tão importante como o Senhor Jesus entrar. E a nossa casa como anda. Será que o Senhor Jesus está realmente no nosso interior? Nossas atitudes não de humildade? De pureza? De santidade? De bom testemunho? Ou somos indignos de que o Senhor entre em nossa casa? Eu estou falando de casa espiritual, mesmo. Paulo diz que somos o templo de Deus, I Co 6.12-20.

A coisa é séria. Tem gente por aí dizendo que é crente, mas as suas atitudes são na verde de pessoas ímpias: compram e não pagam, se deliciam em estar no caminho dos pecadores, falam mal da vida alheia, são capazes de se numa loja após uma compra receberem um troco errado para mais de irem embora, mesmo sabendo que o caixa que lhe deu o troco errado pagará no fim do expediente pelo erro. São pessoas que não têm dignidade, mas são incapazes de dizer ao Senhor Jesus que não são dignas de que Ele entre em baixo de seu telhado. Falta-lhes humildade suficiente para isso.

IV – A FÉ DO CENTURIÃO (v. 8, 9).

“Dize somente uma palavra, e o meu criado sarará”.

Que fé. Ele sabia do poder que o Senhor Jesus era investido. Por isso, querendo demonstrar esse conhecimento sobre o poder do Senhor Jesus, assim se expressa: “Eu também sou homem sob autoridade, e tenho soldados às minhas ordens; e digo a este: Vai, e ele vai; e a outro: Vem, e ele vem e ao meu criado: Faze isto, e ele o faz”. Em outras palavras o Centurião queria dizer é que sendo ele um homem comum tinha recebido autoridade para dar ordens a pessoas que foram colocadas sob sua autoridade, muito mais o Senhor Jesus que era o filho de Deus. E eu tenho certeza de que o Centurião tinha conhecimento disto, pois, conforme Lucas ele mandara edificar uma sinagoga para os judeus (Lc 7.5), se assim não fora ele não teria usado tal expressão demonstrando que cria que o Senhor Jesus poderia de onde se encontrava, com uma palavra apenas, dissipar a enfermidade.

Tal foi a demonstração de fé do Centurião que o Senhor Jesus se admirou e disse: “nem mesmo em Israel encontrei tanta fé”.

CONCLUSÃO.

Queremos milagre? A resposta é sim. Todas as vezes que convidamos as pessoas a frente, fazemos porque acreditamos em milagres e os irmãos vêm porque acreditam que os milagres vão acontecer em suas vidas. Mas foi estudando este texto que aprendi que se não seguirmos os passos do Centurião quando buscava a cura de seu criado, não podemos encontrar êxito para a nossa pretensão.

Os milagres acontecem sim. Mas para que aconteçam precisamos:

1 – De uma oração convincente, e essa oração convincente tem que ser acompanhada de lágrimas.

A Bíblia diz que “O choro pode durar por uma noite, mas a alegria vem pela manhã” Sl 30.5. Eu não sei quanto tempo vem durando a sua noite, tão pouco, quando será o seu amanhã. Deus o sabe.

2 – De uma oração com humildade.

Na oração com humildade demonstramos toda a nossa dependência a Deus. O Senhor Jesus disse: “Sem mim nada podeis fazer” João 15.5.

3 – De uma oração de fé.
Na carta aos Hebreus 11.1 está escrito: “Fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem”.

Quem deseja receber alguma coisa de Deus precisa se aproximar dele com fé Hb 11.6.

Que o Senhor Jesus nos abençoe.

domingo, 11 de setembro de 2011

O Testemunho da Última Sobrevivente de 11 Setembro - "Deus É Real e a Oração Funciona"



Genelle Guzman-McMillan conta sua história de sobrevivência e salvação em "Anjo no Entulho: O Resgate do Último Sobrevivente de 11/09

Genelle Guzman-McMillan insiste que não é o medo que a impede de voltar para marco zero de Manhattan. A funcionária da Autoridade Portuária, agora também uma autora, diz que é um calvário reviver como dois aviões sequestrados há 10 anos levou o World Trade Center a desmoronar, enterrando seus colegas de trabalho e ela mesma sob pilhas de escombros.
À medida que Guzman-McMillan esteve enterrada viva por quase 30 horas, os gritos que ouvia na escuridão ao seu redor logo desapareceram. Eu estava sozinha, ela pensou, e só conseguia pensar em uma coisa a fazer - clamar a Deus.
Guzman-McMillan diz, 10 anos depois, que 11 de setembro de 2001 foi apenas mais um dia normal. As coisas estavam indo muito bem entre ela e seu namorado, ela estava feliz com seu trabalho no piso 64 da torre norte do WTC e, apesar de sua educação religiosa, ela estava muito bem sem Deus, tendo o rejeitado há muito tempo.
Guzman-McMillan narra sua história de sobrevivência e salvação em "Anjo no Entulho: o resgate miraculoso do último sobrevivente de 11 de Setembro", lançado no mês passado pela Simon & Schuster. No espaço de 240 páginas narra as ações da nativa de Trinidad e Tobago, como ela e seus colegas de trabalho começaram a fugir de seu escritório no edifício de 110 andares e como ela fez uma pausa no 13 º andar para remover salto alto. Foi então, Guzman-McMillan diz, que seu mundo inteiro, literalmente, desabou e sua vida mudou para sempre.
Apesar de ficar presa por 27 horas sob os escombros, acreditando que ela, sem dúvida iria morrer, Guzman-McMillan disse ao The Christian Post que ela não se arrepende de suas decisões naquele dia.
"Não, não me arrependo de tudo o que aconteceu", a mãe de quatro filhos, disse. "Ele me fez uma pessoa melhor. Eu tenho um relacionamento mais profundo e íntimo com Deus."
Guzman-McMillan, que mora em Long Island com o marido, casada há nove anos e seus quatro filhos, nem sempre teve esse relacionamento com Deus. Apesar de ter crescido em um lar cristão, a mulher de 40 anos diz que nunca levou o que tinha sido ensinado muito a sério.
Solicitada a descrever sua vida antes dos terríveis acontecimentos de 11 de setembro, Guzman-McMillan disse que ela viveu uma vida selvagem cheia de festas, bebedeiras, e a fazer o que quisesse.
Apesar de ela não ter qualquer tipo de relacionamento significativo com Deus, ela sabia o suficiente sobre Ele para perceber que ele era sua única esperança de sair dos escombros com vida.
Presa sob concreto e aço com a mão direita presa sob seu corpo e as pernas esmagadas debaixo de uma viga de aço, Guzman-McMillan estendeu a mão esquerda para fresta de espaço aberto acima dela e encontrou forças para rezar ... e orar e orar. Tendo certeza de seu destino eterno, Guzman-McMillan implorou por horas para Deus perdoar os seus pecados e lhe dar outra chance.
"Eu disse-lhe: 'por favor, Deus, se o Senhor me salvar hoje ... me dê uma segunda chance, eu prometo que vou fazer a tua vontade", disse McMillan-Guzman à Christian Broadcasting Network (CBN), acrescentando que ela foi séria nas promessas que fez naquele dia.
Com a mão ainda estendida acima dela no espaço aberto entre os escombros, Guzman-McMillan pediu a Deus para enviar-lhe um sinal de que Ele ouviu sua súplica.
"Alguém me agarrou pela minha mão e me chamou pelo meu nome, dizendo: 'Genelle, eu tenho você. Meu nome é Paul", ela contou para a CBN.
"Eu estava pedindo a Deus por um milagre, um sinal e Paul segurou minha mão tão apertado ... tranquilizador", disse McMillan-Guzman , acrescentando que ela tinha certeza que ela não estava alucinando.
Dentro de minutos depois de Paulo aparecer, Guzman-McMillan podia ouvir as equipes de resgate gritando por sobreviventes. Ela se lembra da reunião dos homens que, naquele momento, a puxou dos escombros. Mas, a Paul, "eu nunca cheguei a conhecê-lo", disse ela.
Guzman-McMillan está convencida de que este misterioso Paul era um anjo enviado por Deus para incentivá-la ao longo de sua provação, que era o sinal pelo qual ela tinha orado.
Ao ser retirada dos escombros e levada para um hospital, ela diz que já sentiu uma mudança.
"Eu sabia que era uma pessoa mudada. ... Eu só estava louvando e glorificando a Deus", disse ela.
Não muito tempo depois de ser liberada do hospital, onde permaneceu por mais de seis semanas e foi submetida a quatro cirurgias de grande porte, Guzman-McMillan disse que a única coisa na sua mente é que iria ser batizada, uma coisa que ela tinha prometido a Deus que ela faria.
Outra promessa em sua lista era casar com seu namorado, que ela fez em 07 de novembro, no mesmo dia ela foi batizada.
Guzman-McMillan, que é membro do Brooklyn Tabernacle por 10 anos, disse ao Christian Post que ela sabe que Deus a fez passar por aquela provação "horrível" por uma razão.
"Eu acho que estou aqui por uma razão e propósito maior. Minha vida hoje é uma bênção. Eu quero que as pessoas saibam sobre a minha experiência, o que eu já passei e como eu estou a superar essa adversidade na minha vida ", disse ao Christian Post. "Quero que as pessoas saibam que Deus é real ... que a oração funciona."

Fonte: The Christian Post
Tradução: Wellington Cirilo

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Arrependimento, a manchete do evangelho



Rev. Hernandes Dias Lopes

João Batista foi o precursor de Jesus, para preparar o caminho de sua chegada. Brandindo a espada do Espírito, conclamou o povo a arrepender-se e a produzir frutos de arrependimento. Não se trata de arrepender e novamente se arrepender, mas de arrepender e dar frutos de arrependimento. Arrependimento significa mudar de mente e de direção. Implica em mudança. Exige transformação. Impõe um novo rumo com novas atitudes. Aqueles que permanecem no erro, mesmo que se desmanchem em lágrimas, não dão provas de arrependimento nem demonstram seus frutos. Arrependimento é um tema ausente na maioria dos púlpitos contemporâneos. Nossa geração prefere entreter os pecadores a chamá-los ao arrependimento. Prefere mantê-los sorrindo caminhando para a morte, do que levá-los ao choro do arrependimento para a vida.

O arrependimento exige mudanças em três áreas vitais da vida:

1. A razão. Arrependimento significa mudar de mente. O arrependimento verdadeiro é conceitual. Traz uma nova luz para a mente e faz brotar um novo entendimento da vida e dos valores que a governam. Uma pessoa arrependida compreende que o pecado é maligníssimo. Uma rebelião contra Deus. Portanto, foge não apenas das consequências do pecado, mas, sobretudo, do pecado. Aqueles que se deleitam no pecado e se refestelam nos prazeres da vida, mesmo que derramem lágrimas amargas quando recebem o merecido salário do seu pecado não demonstram um genuíno arrependimento. Os frutos do arrependimento só podem ser produzidos por alguém que recebeu a luz da verdade na mente, a convicção do pecado no coração e, consciente e deliberadamente se aparta do pecado como o maior de todos os males.

2. A emoção. Arrependimento significa sentir tristeza segundo Deus pelo pecado. É demonstrar um profundo pesar por ofender a santidade de Deus. É afastar-se do pecado como uma coisa abominável aos olhos daquele que é puro. A tristeza segundo Deus produz vida e não morte. Conduz o homem pelas veredas da salvação e não pelos abismos da condenação. A tristeza do mundo esmaga, atormenta e mata. A tristeza do mundo produz culpa e remorso, mas não alivia a consciência, porém a tristeza segundo Deus abre a ferida, mas também cura. Convence de pecado, mas também conduz à fonte do perdão. Arrependimento não é remorso que leva à morte, mas é choro pelo pecado que conduz à vida. Aqueles que se arrependem choram não porque foram flagrados no pecado e agora estão sofrendo as consequências do seu erro, mas choram porque o pecado é mau aos olhos de Deus.

3. A vontade. Arrependimento significa dar meia volta, mudar de direção e adotar um novo comportamento. Não é arrependimento e novamente arrependimento, mas arrependimento e frutos de arrependimento. Aqueles que verdadeiramente se arrependem não vivem mais na prática do pecado. Não são mais escravos do pecado. Não vivem mais com o pescoço na coleira do diabo. Arrependimento significa abandonar o pecado para deleitar-se na santidade. Significa deixar o reino das trevas e ser transportado para o reino da luz. Arrependimento, mais do que sentimento, é atitude. Não é aquilo que falamos apenas, mas aquilo que fazemos. Não é discurso diante dos homens, é mudança de vida diante de Deus. Não é um desempenho teatral para impressionar as pessoas, mas um quebrantamento sincero diante de Deus. Não é rasgar as vestes, mas o coração. O arrependimento é a manchete do evangelho, a porta de entrada no reino de Deus, uma exigência inegociável para a salvação.

Fonte: http://hernandesdiaslopes.com.br/2011/07/arrependimento-a-manchete-do-evangelho/

sábado, 20 de agosto de 2011

Jesus era... Peripatético



 Max Gehringer

Numa das empresas em que trabalhei, eu fazia parte de um grupo de

treinadores voluntários. Éramos coordenados pelo chefe de treinamento,

o professor Lima, e tínhamos até um lema: 'Para poder ensinar, antes é

preciso aprender' (copiado, se bem me recordo, de uma literatura do

Senai).

Um dia, nos reunimos para discutir a melhor forma de ministrar um

curso para cerca de 200 funcionários. Estava claro que o método

convencional - botar todo mundo numa sala - não iria funcionar, já que

o professor insistia na necessidade da interação, impraticável com um

público daquele tamanho. Como sempre acontece nessas reuniões, a

imaginação voou longe do objetivo, até que, lá pelas tantas, uma

colega propôs usarmos um trecho do Sermão da Montanha como tema do

evento. E o professor, que até ali estava meio quieto, respondeu de

primeira. Aliás, pensou alto:

- Jesus era peripatético...

Seguiu-se uma constrangida troca de olhares, mas, antes que o hiato

pudesse ser quebrado por alguém com coragem para retrucar a afronta,

dona Dirce, a secretária, interrompeu a reunião para dizer que o

gerente de RH precisava falar urgentemente com o professor.

E lá se foi ele, deixando a sala à vontade para conspirar.

- Não sei vocês, mas eu achei esse comentário de extremo mau gosto -

disse a Laura.

- Eu nem diria de mau gosto, Laura. Eu diria ofensivo mesmo - emendou

o Jorge, para acrescentar que estava chocado, no que foi amparado por

um silêncio geral.

- Talvez o professor não queira misturar religião com treinamento -

ponderou o Sales, que era o mais ponderado de todos. - Mas eu até vejo

uma razão para isso...

- Que é isso, Sales? Que razão?

- Bom, para mim, é óbvio que ele é ateu.

- Não diga!

- Digo. Quer dizer, é um direito dele. Mas daí a desrespeitar a

religiosidade alheia...

Cheios de fúria, malhamos o professor durante uns dez minutos e,

quando já o estávamos sentenciando à fogueira eterna, ele retornou.

Mas nem percebeu a hostilidade. Já entrou falando:

- Então, como ia dizendo, podíamos montar várias salas separadas e

colocar umas 20 pessoas em cada uma. É verdade que cada treinador

teria de repetir a mesma apresentação várias vezes, mas... Por que

vocês estão me olhando desse jeito?

- Bom, falando em nome do grupo, professor, essa coisa aí de

peripatético, veja bem...

- Certo! Foi daí que me veio a idéia. Jesus se locomovia para fazer

pregações, como os filósofos também faziam, ao orientar seus

discípulos. Mas Jesus foi o Mestre dos Mestres, portanto a sugestão de

usar o Sermão da Montanha foi muito feliz. Teríamos uma bela mensagem

moral e o deslocamento físico... Mas que cara é essa?... Peripatético

quer dizer 'o que ensina caminhando'.

E nós ali, encolhidos de vergonha.

Bastaria um de nós ter tido a humildade de confessar que desconhecia a

palavra que o resto concordaria e tudo se resolveria com uma simples

ida ao dicionário.

Isto é, para poder ensinar, antes era preciso aprender.

Finalmente, aprendemos. Duas coisas:

A primeira é: o fato de todos estarem de acordo não transforma o falso em verdadeiro.

A segunda é: que a sabedoria tende a provocar discórdia, mas a ignorância é quase sempre unânime.

(Artigo escrito por Max Gehringer publicados na Revista VOCÊ SA).

terça-feira, 5 de julho de 2011

Como remover as máscaras

Rev. Hernades Dias Lopes


Se as pessoas nos conhecessem como Deus nos conhece ficariam escandalizadas. Se as pessoas pudessem ler todos os nossos pensamentos, ouvir todas as vozes que abafamos dentro de nós e auscultar todos os desejos do nosso coração afatar-se-iam de nós com assombro. Somos, muitas vezes, um ser ambíguo e contraditório. Queremos uma coisa e fazemos outra. Exigimos dos outros aquilo que nós mesmos não praticamos. Condenamos nos outros aquilo que não temos coragem de confrontar em nós mesmos. Para manter nossas aparências usamos máscaras, muitas máscaras. Se você diz que nunca usou uma máscara, é muito provável que esteja acabando de afivelar a máscara da mentira em seu rosto. Algumas máscaras são muito atraentes. Encantam as pessoas. Elas passam a nos admirar não por quem somos, mas por quem aparentamos ser. O profeta Samuel ficou impressionado com Eliabe, filho mais velho de Jessé, e pensou que estava diante do ungido de Deus. Mas, o Senhor lhe corrigiu dizendo: “Não atenteis para a sua aparência, eu vejo o coração”. Vamos, aqui descrever três máscaras que ostentamos:

1. A máscara da piedade. O apóstolo Paulo em 2Coríntios 3.12-18 fala que nós não somos como Moisés, que colocava véu sobre a face, para que as pessoas não atentassem para a glória desvanecente do seu rosto. Moisés foi um homem ousado. Enfrentou com grande galhardia Faraó e seus exércitos. Liderou o povo de Israel em sua heróica saída do cativeiro. Porém, houve um dia em que Moisés deixou de ser ousado e colocou uma máscara. Foi quando desceu do Monte Sinai. Seu rosto brilhava. Então, colocou um véu para que as pessoas pudessem se aproximar dele. De repente, Moisés percebeu que o brilho da glória de Deus estava se desvanecendo de seu rosto. Porém, ele continuou com o véu. Ele não queria que as pessoas soubessem que a glória estava acabando. Moisés manteve o véu para impressionar as pessoas. Ele usou a máscara da piedade. Muitas vezes as pessoas ficam impressionadas com a beleza das máscaras que usamos. Elas ficam admiradas da propaganda que fazemos da nossa espiritualidade. Pensam que por trás do véu existe uma luz brilhando, quando na verdade, esse brilho já se apagou a muito tempo.

2. A máscara da autoconfiança. O apóstolo Pedro era um homem de sangue quente. Falava muito e pensava pouco. Um dia, disse a Jesus que estava pronto a ir com ele para a prisão. E mais: ainda que todos os demais discípulos o abandonassem, ele jamais faria isso, pois estava pronto a morrer por Jesus. Pedro pensava que era melhor e mais consagrado do que seus condiscípulos. Era do tipo de crente que confiava no seu taco. Dizia com todas as letras: a corda nunca roe do meu lado. Mas, aquela máscara tão grossa de autoconfiança não passava de um fina camada de verniz de consumada covardia. Quando foi colocado à prova, Pedro dormiu em vez de vigiar. Pedro abandonou Jesus em vez de ir com ele para a prisão. Pedro seguiu Jesus de longe, em vez de estar ao lado de seu Mestre. Pedro negou a Jesus em vez de morrer por ele. Não é diferente conosco. Passamos uma imagem de que somos muito firmes e fiéis. Até fazemos propaganda de nossa fidelidade incondicional a Jesus. Mas, não poucas vezes, essa autoconfiança não passa de uma máscara para impressionar as pessoas.

3. A máscara da hipocrisia. Os fariseus eram os santarrões que tocavam trombetas acerca de sua espiritualidade. Faziam propaganda de sua piedade. Julgavam-se melhores do que os outros. Achavam que só eles eram fiéis. Quem não concordasse com eles, estava riscado do seu mapa. Eram especialistas em ver um cisco no olho de outra pessoa, mas não enxergavam a trave que estava em seus olhos. Porém, toda aquela aparência de santidade não passava de uma máscara de hipocrisia. A espiritualidade dos fariseus era só casca, apenas propaganda falsa. Jesus chamou os fariseus de hipócritas, ou seja, atores que representam um papel. Disse, ainda que eles eram como sepulcros caiados, bonitos por fora, mas cheios de rapina por dentro. Precisamos humildemente entender que somente pelo poder do Espírito Santo poderemos remover essas máscaras. Vamos começar a fazer isso?



sexta-feira, 1 de julho de 2011

O Universitário e o Cientista.



Um senhor de 70 anos viajava de trem, tendo ao seu lado um jovem universitário, que lia o seu livro de ciências . O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de Marcos .

Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou: O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?

Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado?

Respondeu o jovem:

- Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião.Somente pessoas sem cultura ainda

crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.

- É mesmo? Disse o senhor. E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia?

- Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência. O velho então cuidadosamente abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário.

Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba. No cartão estava escrito: Professor Doutor Louis Pasteur, Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional da França.

" Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muita, nos aproxima".

Fato verídico ocorrido em 1892, integrante da biografia de Louis Pasteur.


citado por: Aparecido Sales

Fonte: Biografia de Louis pasteur



sexta-feira, 24 de junho de 2011

BLOG DO PR. ALTAIR GERMANO: O LÍDER IMPROVISADOR



BLOG DO PR. ALTAIR GERMANO: O LÍDER IMPROVISADOR: "O líder improvisador faz da excessão do improviso a regra. O líder improvisador é inimigo do planejamento. O líder improvisador sempre deix..."

sábado, 18 de junho de 2011

Fieis lotam Mangueirão na abertura do Centenário da Assembleia de Deus


Pastor José Wellington Bezerra da Costa participa do evento


Cerca de 60 mil pessoas lotaram o Estádio Olímpico do Mangueirão na noite de ontem (16), durante a abertura da programação oficial do Centenário da Assembleia de Deus, que se estende até o próximo sábado (18). A multidão acompanhou pregações e louvores de conferencistas e cantores nacionais e internacionais. A preletora da noite foi a missionária Helena Raquel.
O evento teve ainda a participação do pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), que deu uma palavra ao público que lotava o Estádio do Mangueirão, enfatizando a importância de "a igreja não deixar de lado os ensinamentos deixados pelos missionários", destacou o líder.

O ápice do evento foi a apresentação do grupo paraense Celebrai, que interpretou um dos hinos do Centenário, "Avante Vai!". Houve ainda queima de fogos e apresentação de uma coreografia que simulou a chegada dos pioneiros, Daniel Berg e Gunnar Vingren, em Belém, no ano de 1910.
Dona Hulda Vasconcellos, que é filha de um dos pastores pioneiros da Igreja em Belém, Alcebiades Pereira Vasconcelos, estava emocionada com a festa: “Foi tudo muito lindo. O momento do louvor com a coreografia e os fogos foi de arrepiar. Estou muito feliz em participar desse momento histórico para a Igreja e para Belém”.
Os familiares de Gunnar Vingren e Daniel Berg e caravanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza e do interior do Pará marcaram presença no local, além de autoridades como o prefeito de Ananindeua, Helder Barbalho e o deputado estadual Raimundo Santos.
O presidente da Assembleia de Deus em Belém, pastor Samuel Câmara, disse que o momento reflete a força do povo e a gratidão a Deus por um século de vida da Igreja, que começou com dois homens em Belém e se expandiu por mais 176 países, alcançando milhões de pessoas em todo o mundo.

                                                                            Centenário é destaque no Jornal Nacional

A festividade foi destaque na noite desta quinta-feira no Jornal Nacional, da Rede Globo de Televisão. A reportagem mostrou as milhares de pessoas que estão na capital paraense para a comemoração do Centenário da AD. No sábado (18), a Igreja Assembleia de Deus completará 100 anos de existência e foi em Belém que ela surgiu.
A reportagem mostrou ainda um pouco da história da maior denominação evangélica do país, que hoje tem mais de 110 mil templos e trabalhos de evangelização e de ação social em todo o Brasil e também em diversos países do mundo.

Assista a reportagem completa

Fonte: AD Belém e CPAD NEWS



domingo, 12 de junho de 2011

Esboço de Estudo EBO Em Juiz de Fora- Pr. Altair Germano



Texto: Atos 10.38


Tema: o relacionamento de Jesus com o Espírito Santo como paradgma para o obreiro

Introdução: Um relacionamento implica no envolvimento e interação entre pessoas

1. O Espírito Santo e a vocação intra-uterina do obreiro (Lc 1.30-35; Jr 1.5; Gl 1.15)

Desde o ventre de nossa mãe o Senhor determina soberanamente influência, lugar e tempo do nosso ministério.

2. O Espírito Santo e o testemunho público acerca do obreiro

- O testemunho dos anjos (Lc 2.8-16)

- O testemunho dos pastores (Lc 2.17-20)

- O testemunho de Simeão (Lc 2.25-35)

- O testemunho de Ana (Lc 2.36-38)

- O testemunho do Pai celestial (Lc 3.21-22)

- O testemunho de todos (Lc 4.22)

3. O Espírito Santo e a experiência do obreiro no deserto (Lc 4.1-13)

- A superação da manipulação dos dons em benefício próprio (Lc 4.3-4)

- A superação do poder e da glória temporal (Lc 4.5-8)

- A superação do espetáculo (Lc 4.9-12)

- O tentador irá, mas voltará (Lc 4.13)

4. O Espírito Santo direciona a vida do obreiro (Lc 4.14a)

- O ministério na Galiléia

- O ministério em Samaria

- O ministério nas regiões circunvizinhas (Decápolis, Tiro, Sidom, dalém do Jordão, etc.)

- O ministério na Judéia

5. O Espírito Santo e a fama do obreiro (Lc 4.14b)

- A sua fama correu por todas as terras em derredor (Lc 4.14b)

- A sua fama divulgava-se em derredor de Cafarnaum (Lc 4.37)

- A sua fama se propagava ainda mais (Lc 5.15)

- Das aglomerações para a solidão. Da ministração para a oração (Lc 5.16)

6. O Espírito Santo no ensino e na pregação do obreiro(Lc 4.22)

- O ensino (Lc 4.14-15)

- A pregação (Lc 4.44)

7. O Espírito Santo e a consciência da unção no obreiro (Lc 4.18a)

8. O Espírito Santo e a consciência da vocação, dons, talentos, ministérios e propósitos do obreiro (Lc 4.18b)

9. O Espírito Santo e o descaso, a inveja e a ira de parentes, familiares, amigos e patrícios do obreiro(Lc 4.23-30)

10. O Espírito Santo, a autoridade ( gr. eksousía) e o poder (gr. dúnamis) na vida e ministério do obreiro (Lc 4.31ss)

- Autoridade e poder para doutrinar (Lc 4.32)

- Autoridade e poder para libertar (Lc 4.33-36)

- Autoridade e poder para curar (Lc 4.38-40)

Conclusão

O nível de nosso relacionamento com o Espírito Santo determinará a qualidade, a influência e a prosperidade do ministério que recebemos do Senhor.

Pr. Altair Germano

Juiz de Fora-MG, 10/06/2011



Fotos da Terceira Escola Bíblica de Obreiros em Juiz de Fora


 

sábado, 28 de maio de 2011

As fases do Crente em sua jornada



“ Os que confiam no Senhor serão como os montes de Sião que não se abalam mas permanecem para sempre ...“ SL 125

Em nossa jornada de fé é certo que seremos mais que vencedores e é fato que teremos momentos em que os revezes serão visíveis em nossas vidas, viveremos dias no deserto, caminharemos pelos vales porém no momento de Jesus Cristo, chegaremos ao monte do Senhor e a Graça do Pai será marcante em nossas vidas.

Vejamos uma abordagem sobre cada uma destas fases em nossas vidas:

DESERTO

- Lugar aonde tudo é difícil

- Angústia

- Medo

- Necessidade de algo,

- Solidão

- Expectativas frustradas

- Sonhos não realizados

- Vontade de desistir de tudo

Deus no silêncio trabalha em nosso favor...

Lembra como ele atuou na vida de José, quando ele foi vendido por seus Irmãos ?

Deus trabalhou em secreto em seu favor, enquanto ele:

- Portou-se firme na presença de Deus

- Colocou Deus em primeiro plano em sua vida

- Honrou ao Senhor

VALE

- O vale é um lugar de abandono aonde as pessoas esquecem-se de você

- No vale você não tem amigos não tem parentes não tem conselheiros

- No vale você aprende a estar a sós com Deus ali você ora, chora, geme, clama, busca, passa pelo estreito de DEUS, você aprende a ser obediente, você luta como Jacó lutou até raiar a manhã

- No monte tudo é lindo, maravilhoso

- No monte você consegue ver por onde passou, e então glorifica a Deus por ter lhe amparado todos aqueles dias

- No monte a visão é diferente, ampla, você olha e diz...

Verdadeiramente Deus esteve comigo e não me desamparou ...

Em nossa vida é certo que erramos e o importante é aprender com estes erros:

A vida de Jacó

Jacó não desistia facilmente. Serviu com fidelidade a Labão por mais de 14 anos. Mais tarde, lutou com Deus. Embora Jacó tenha cometido muitos erros, seu trabalho intenso nos ensina a como viver uma vida a serviço de Deus.

- Sua astúcia para adquirir o direito de primogenitura 27:1-29

- Sua visão da escada celestial, 28:10-22

- Os incidentes relacionados ao seu matrimônio e sua vida em Padã-Arã, caps. 29, 30 e 31

- Jacó constitui uma família.

- Jacó volta para casa.

- Deus o honrou no encontro com seu irmão ESAÚ

Monte

- Pouca gente sabe que o termo "Sião" encontrado muitas vezes nos Salmos, e também utilizado pelos profetas tem um significado muito profundo e atentando com mais detalhe podemos tirar alguns ensinamentos úteis e proveitosos para a nossa vida cristã de hoje.

- Sião, ou Jerusalém, ou Cidade da Paz ou ainda Cidade de Davi, era uma região cercada de montes e constituía uma fortaleza natural contra invasores estrangeiros.

- O Monte de Sião, também chamado de Cidade superior, foi um termo usado pelos profetas para designar o Templo do Senhor ou a parte da cidade ocupada por este Templo.

- Sião é a "Cidade de Davi". II Sm 5:7

- Sião é lugar de Confiança e Segurança. Salmos 125:1,2

- Sião é lugar seguro. Não se abala está cercado de montes. E o Senhor está em volta do Seu povo, proporcionando proteção e segurança desde aquela época e para sempre, incluindo-nos nesse contexto, estendendo a benção até nós.

- Sião é lugar de Bênçãos. Salmos 133:3, Salmos 134:3, Salmos 51:18, Salmos 128:5

- Ali o Senhor ordenou a benção e a vida. Não importa o que aconteça, que lutas ou problemas ou tribulações venham, pois hão de passar, porque ali é lugar de bênçãos.

- Sião é Morada de Deus. Is 8:18, Sf 3:16,17 Salmos 9:11, 76:2, 135:21

- Se o Senhor mora nesse lugar, se já ordenou a benção e a vida, se prometeu proteção e segurança, esse lugar é um lugar feliz.

- Mas o que Sião tem a haver comigo? Pode-se pensar. O escritor aos Hebreus responde: "Mas vós chegastes ao Monte de Sião, e à Cidade do Deus Vivo, à Jerusalém Celestial e aos muitos milhares de anjos". Heb 6:22

- O cristão salvo e lavado pelo Sangue do Cordeiro mora em um novo endereço: JERUSALÉM CELESTIAL. E nesse novo endereço encontramos as mesmas bênçãos destinadas a Sião: confiança, segurança, presença constante do Deus Vivo e alegria.

- Aqui se diferencia o cristão pelo seu "endereço", pois muitos ainda insistem em viver em "outros" endereços, não querendo viver ao lado do Deus Vivo.

- Deixe Deus administrar sua vida, seus negócios, seu trabalho, seu dia-a-dia, seu tempo, reivindique o novo endereço e mude-se para a celestial Sião e verá como vai ser diferente, aqui mesmo na terra.

- "O Senhor que fez o céu e a terra, te abençoe desde Sião" Salmos 134:3

Pb. Clauber de Souza


sexta-feira, 13 de maio de 2011

Dinheiro na Bíblia


Usamos o dólar como referência por ser a moeda mais utilizada em todo o mundo.)


* Siclo (Êxodo 30:13) - Valia uns três centavos de dólar.

* Dracma (Lucas 15:8) - Moeda de prata equivalente a cerca de onze centavos de dólar.

* Estáter (Mateus 17:27) - Moeda grega equivalente a cerca de quatro dracmas.

* Mina (Lucas 19:13) - Não era uma moeda, mas sim uma parte da unidade monetária grega, equivalente a cem dracmas.

* Talento (Mateus 18:24) - Moeda grega que valia uns mil e quinhentos dólares.

* Asse (Mateus 10:29) - Moeda romana que tinha o valor de um centavo.

* Quadrante (Marcos 12:42) - Moeda romana de cobre que valia um quarto de centavo.

* Denário (Mateus 18:28) - Moeda de prata do grande império romano. Em tempos normais seu valor era de uns 20 centavos, mas depois sofreu uma desvalorização, durante o domínio de Nero, chegando a valer apenas uns onze centavos. Na parábola dos dois devedores, o servo não quis perdoar seu conservo pelos onze dólares que esse lhe devia; no entanto o rei lhe havia perdoado cerca de 15 milhões de dólares.

* Calcula-se que o presente que Naamã ofereceu a Eliseu, do qual Geazi finalmente se apropriou, equivalia a uns 48.000 dólares.

* Judas vendeu a Jesus por 30 moedas de prata, equivalentes a uns 20 dólares.

* O preço pelo qual os irmãos de José o venderam correspondia a uns 13 dólares.

fonte: http://www.assembleiadedeus.org.br/site/curiosidades.php

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Legalismo, um caldo mortífero


Rev. Hernandes Dias Lopes

Malcon Smith definiu legalismo como um caldo mortífero. Quem dele se nutre adoece e morre. O legalismo é uma ameaça à igreja, pois dá mais valor à forma do que a essência, mais importância à tradição do que a verdade, valoriza mais os ritos religiosos do que o amor. O legalismo veste-se com uma capa de ortodoxia, mas em última análise, não é a verdade de Deus que defende, mas seu tradicionalismo conveniente. O legalista é aquele que rotula como infiéis e hereges todos aqueles que discordam da sua posição. O legalista é impiedoso. Ele julga maldosamente com seu coração e fere implacavelmente com sua língua e espalha contenda entre os irmãos.

As maiores batalhas, que Jesus travou foram com os fariseus legalistas. Eles acusavam Jesus de quebrar a lei e insurgir-se contra Moisés. Vigiaram os passos do Mestre, censuravam-no em seus corações e desandaram a boca para assacar contra o Filho de Deus as mais pesadas e levianas acusações. Acusaram-no de amigo dos pecadores, glutão, beberrão e até mesmo de endemoniado. Na mente doentia deles, Jesus quebrava a lei ao curar num dia de sábado, mas não se viam como transgressores da lei quando tramavam a morte de Jesus com requinte de crueldade nesse mesmo dia.

O legalismo não morreu. Ele ainda está vivo e presente na igreja. Ainda é uma ameaça à saúde espiritual do povo de Deus. Há muitas igrejas enfraquecidas e sem entusiasmo sob o jugo pesado do legalismo. Há muitos cultos sem vida e sem qualquer manifestação de alegria, enquanto a Escritura diz que na presença de Deus há plenitude de alegria e delícias perpetuamente. J. I. Packer em seu livro Na Dinâmica do Espírito diz que não há nada mais solene do que um funeral. Há cultos que são solenes, mas não há neles nenhum sinal de vida. Precisamos nos acautelar contra o legalismo e isso, por três razões:

1. Porque dá mais valor à aparência do que ao coração. Os fariseus gostavam de tocar trombeta sobre sua santidade. Eles aplaudiam a si mesmos como os campeõess da ortodoxia. Eles eram os separados, os espirituais, os guardiões da fé. Mas por trás da máscara de santidade escondiam um coração cheio de ódio e impureza. Eram sepulcros caiados, hipócritas, filhos do

2. Porque dá mais valor aos ritos do que às pessoas. Os legalistas são impiedosos com as pessoas. Censuram, rotulam, acusam e condenam implacavelmente. Não são terapeutas da alma, mas flageladores da consciência. Colocam fardos e mais fardos sobre as pessoas. Atravessam mares para fazer um discípulo, apenas para torná-lo ainda mais escravo do seu tradicionalismo. Os legalistas trouxeram uma mulher apanhada em flagrante adultério e lançaram-na aos pés de Jesus. Não estavam interessados na vida espiritual da mulher nem nos ensinos de Jesus. Queriam apenas servir-se da situação para incriminar Jesus. Os legalistas ainda hoje não se importam com as pessoas, apenas com suas idéias cheias de preconceito.

3. Porque dá mais valor ao tradicionalismo do que à verdade. Precisamos fazer uma distinção entre tradição e tradicionalismo. A tradição é a fé viva daqueles que já morreram enquanto o tradicionalismo é a fé morta daqueles que ainda estão vivos. A tradição, fundamentada na verdade, passa de geração em geração e precisa ser preservada. Mas, o tradicionalismo, filho bastardo do legalismo, conspira contra a verdade e perturba a igreja. Que Deus nos livre do legalismo. Foi para a liberdade que Cristo nos libertou! Aleluia!

fonte: http://hernandesdiaslopes.com.br/2011/04/legalismo-um-caldo-mortifero/