terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Deseja ter um 2011 especial? Participe da Escola Dominical!

                        
 No domingo passado, por graça de Deus, participei da última Escola Bíblica Dominical do ano, na Assembleia de Deus em Jandira-SP, liderada pelo pastor e amigo Héber Ribeiro. Fiz um resumo abrangendo as treze lições, dando ênfase à última. Gosto da EBD e tenho uma grande dívida com essa instituição que transcende e precede a quase-centenária Assembleia de Deus. Foi na EBD que, ainda criança, aprendi a apreender a sã doutrina em meu coração.
Ao me despedir dos irmãos, na mencionada igreja, agradeci ao obreiro que me ajudou com a venda dos livros de minha autoria que sempre me acompanham, e ele me disse: “Conheço um irmão do Ceará que o ama muito, mesmo sem conhecê-lo pessoalmente. Ele lê os seus livros. Ontem foi o seu aniversário. Depois vou ligar para ele, a fim de avisar-lhe que estive com o senhor”. E eu lhe respondi: “Por que o irmão não liga agora para ele? Gostaria muito de lhe dar os parabéns”.
Falei com o leitor cearense pelo celular, e ele ficou imensamente feliz. Ganhei o dia! E aproveito para lhe dar uma palavra de incentivo, caro internauta. Quando você estiver sendo hostilizado por alguns irmãos (irmãos?) invejosos ou maldizentes, lembre-se de que há muito mais pessoas que se importam com você! E mais: não se esqueça de que o Senhor Jesus, o melhor amigo, está sempre ao seu lado. Glória a Deus!
Bem, voltando à Escola Dominical, no primeiro trimestre de 2011 a revista da CPAD traz um ótimo estudo sobre o livro de Atos dos Apóstolos, também conhecido como Atos do Espírito Santo. Esse segundo título é valido e aplicável em razão de os servos de Deus da igreja primitiva terem feito a obra do Senhor sob a influência direta do poder dinâmico do Espírito (At 1.8; 4.31).
Atos dos Apóstolos é um livro maravilhoso. Ele possui 28 capítulos, mas não tem uma conclusão, haja vista a obra da Igreja de Cristo ainda não ter acabado. A gloriosa obra redentora do Senhor Jesus — a qual envolve encarnação, morte e ressurreição — já foi concluída. Cabe a nós, membros da Universal Assembleia, a Igreja do Senhor, independenemente da denominação à qual pertençamos, cumprir a Grande Comissão (Ap 28.19; Mc 16.15).
Para quem não sabe, 2011 é o primeiro ano da segunda década (2011-2020) do primeiro século (2001-2100) do terceiro milênio (2001-3000). Ufa! Que continuemos nesse novo ano a fazer a obra que Deus nos outorgou. Mas façamos isso seguindo o modelo da igreja de Atos dos Apóstolos, e não os atos das igrejas de “apóstolos”.
E lembre-se: Para ter um 2011 especial frequente a Escola Bíblica Dominical!

Ciro Sanches Zibordi




quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Já Nasci com o Meu Destino Traçado?


Na visão cristã não existe predestinação. Você não nasceu predestinado a ir para o inferno ou para o céu; você não nasceu para ser fatalmente pobre ou rico. À base desta posição está a doutrina teológica do livre arbítrio. Esse dom de Deus permite que as escolhas humanas conduzam a conseqüências que determinam a nossa situação. Portanto as nossas decisões fazem com que as nossas vidas tomam esse ou aquele rumo.

É verdade que a Bíblia diz que somos povo eleito, povo predestinado. Calvino, dando peso a este pensamento bíblico, fez com que crescesse a idéia segundo a qual algumas pessoas, sem que fizessem nada, eram destinadas ao céu e outras ao inferno. Na Bíblia, invés, não encontramos fundamentos para tal afirmação. O lado oposto dessa visão de Calvino é a idéia que pensa que tudo é mérito da pessoa, sem ter em conta o fato da eleição.

Como dissemos, a Bíblia sublinha o fato que somos povo eleito. No Antigo Testamento Israel era o povo eleito. No Novo Testamento, invés, toda a Igreja se torna a raça eleita (veja 1Pedro 2,9). Poderíamos dizer que se somos raça eleita somos, de qualquer forma, predestinados, escolhidos, especiais. Isso é confirmado pela teologia de Paulo, sobretudo em Romanos e na carta aos efésios. No primeiro capítulo de Efésios lemos: Nele nos escolheu antes da fundação do mundo, para sermos santos e rrepreensíveis diante dele no amor. Ele nos predestinou para sermos seus filhos adotivos por Jesus Cristo, conforme o beneplácito da sua vontade (Efésios 1,4-5). E em Romanos 8,28-30: E nós sabemos que Deus coopera em tudo para o bem daqueles que o amam, daqueles que são chamados segundo o seu desígnio. Porque os que de antemão ele conheceu, esses também predestinou a serem conformes à imagem do seu Filho, a fim de ser ele o primogênito entre muitos irmãos. E os que predestinou, também os chamou; e os que chamou, também os justificou, e os que justificou, também os glorificou.

Sei que a sua pergunta é muito popular e então creio que reflexões teológicas abstratas podem ser ineficazes para a compreensão. Usemos, portanto, uma imagem para transmitir o nosso conceito teológico. Quando você pega um ônibus em Cajazeiras para João Pessoa, o seu destino é João Pessoa. Você está destinado a ir a João Pessoa. De qualquer forma, esse destino final não é irrevocável, não é fatal. De fato, durante a viagem, você pode mudar de idéia, pode receber uma notícia e decidir voltar; pode ser que aconteça um acidente, uma ponte pode ter caído e a estrada encontrar-se interrompida. São inúmeras as possibilidades que podem afastar você do seu destino. Inclusive pode ser que você adia a viagem, que não chegue no Rio hoje, mas daqui a um mês.

Com a nossa vida de cristãos acontece mais ou menos assim. Temos, é verdade, um destino (talvez seria correto dizer “destinação”), bem sintetizado por Agostinho: o nosso coração não repousa enquanto não encontrar o Senhor. Mas não é absolutamente seguro que todos chegaremos a esta meta. Tudo dependerá das escolhas que fizermos. A graça de Deus nos acompanha sempre e ilumina nossa mente para optar pela reta direção, mas nem todos seguem o Espírito.

Portanto, se você pensa que destino é qualquer situação que já está previamente estabelecida (por Deus ou pelos astros), independente da sua vontade, ele não existe. Existe, invés, o destino, entendido como meta, ao qual somos chamados, que é a vida em Cristo.
 
fonte: http://www.abiblia.org/perguntasView.asp?id=830

sábado, 27 de novembro de 2010

DEZ RAZÕES PARA FREQÜENTAR A ESCOLA DOMINICAL

1. Do ponto de vista da santidade

• Ela ensina a Bíblia – que é a base da nossa fé em Deus e conduz a Cristo como salvador e Senhor de cada indivíduo;

2. Do ponto de vista da educação

• Treina a mente e o coração em direção à eternidade;

3. Do ponto de vista da sociabilidade

• Habilita o aluno a gozar da amizade e companheirismo de cristãos sinceros;

4. Do ponto de vista da personalidade

• Ajuda a desenvolver a personalidade cristã, para enfrentar vitoriosamente os problemas da vida;

5. Do ponto de vista do caráter

• O principal objetivo da Escola Dominical é ensinar os alunos a serem cristãos exemplares em palavras e atos;

6. Do ponto de vista do interesse

• Apresenta programa interessante para o seu prazer e cultura;

7. Do ponto de vista da família

• Existe uma classe para cada idade, e a família toda pode freqüentar e tirar proveito dos ensinos recebidos;

8. Do ponto de vista do serviço

• Dá ampla oportunidade para servir a Deus e a Igreja, em atividades que não seriam possíveis em outro lugar;

9. Do ponto de vista da imortalidade

• Dirige os nossos olhos para o céu e nos faz compreender que devemos nos preparar para a vida além-túmulo;

10. Do ponto de vista prático

• O intervalo de uma hora ou mais que passamos na Escola Dominical, cada Domingo, não poderia ser empregado com maior proveito em qualquer outro lugar.

sábado, 20 de novembro de 2010

IMPORTANTE: LIBERDADE SOB ATAQUE. MANIFESTO EM DEFESA DA LIBERDADE RELIGIOSA NO BRASIL


A REPRODUÇÃO DESTE TEXTO É LIVRE E PERMITIDA PELOS AUTORES, DESDE QUE EM SUA INTEGRALIDADE E CITADAS AS FONTES.


UNIVERSIDADE MACKENZIE: EM DEFESA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO RELIGIOSA


A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.
Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).
Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.
Manifestamos, portanto, nosso total apoio aopronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.

Portal da Igreja Presbiteriana do Brasil

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

O que C.H. Spurgeon diria hoje? E o que falariam dele?

O pregador inglês Charles Haddon Spurgeon nasceu em 19 de junho de 1834 e começou a pregar em 1850. Ele, que tem sido considerado o príncipe dos pregadores, pregou o evangelho de Cristo e combateu heresias e modismos de seu tempo até 1892, quando partiu para a eternidade. As citações abaixo deixam-nos com a impressão de que ele se referia aos trabalhosos dias em que vivemos...

"A apatia está em toda parte. Ninguém se preocupa em verificar se o que está sendo pregado é verdadeiro ou falso. Um sermão é um sermão, não importa o assunto; só que, quanto mais curto, melhor" ("Preface", The Sword and the Trowel [1888, volume completo], p.iii). Meu Deus, se naquela época as coisas já estavam assim, o que Spurgeon diria hoje?!

"Haveria Jesus de ascender ao trono por meio da cruz, enquanto nós esperamos ser conduzidos para lá nos ombros das multidões, em meio a aplausos? (...) se você não estiver disposto a carregar a cruz de Cristo, volte à sua fazenda ou ao seu negócio e tire deles o máximo que puder, mas permita-me sussurrar em seus ouvidos: 'Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?'" ("Holding Fast the Faith", The Metropolitan Tabernacle Pulpit, vol.34 [Londes, Passmore and Alabaster, 1888], p.78). Este sermão foi pregado em 5 de fevereiro de 1888, quando Spurgeon estava sendo censurado por defender o evangelho. O que ele falaria hoje das pregações antropocêntricas?

"Estão as igrejas vivenciando uma condição saudável ao terem apenas uma reunião de oração por semana e serem poucos que a freqüentam?" ("Another Word Concerning the Down-Grade", The Sword and the Trowel [agosto, 1887], pp.397,398). Infelizmente, o chamado "louvorzão" tem substituído o período de oração, em nossos cultos. Spurgeon ainda fala!

"O fato é que muitos gostariam de unir igreja e palco, baralho e oração, danças e ordenanças. Se nos encontramos incapazes de frear essa enxurrada, pordemos, ao menos, prevenir os homens quanto à sua existência e suplicar que fujam dela. Quando a antiga fé desaparece e o entusiasmo pelo evangelho é extinto, não é surpresa que as pessoas busquem outras coisas que lhe tragam satisfação. Na falta de pão, se alimentam de cinzas; rejeitando o caminho do Senhor, seguem avidamente pelo caminho da tolice" ("Another Word Concerning the Down-Grade", The Sword and the Trowel [agosto, 1887], p.398). Spurgeon disse isso em 1887 mesmo?!

"Não há dúvidas de que todo tipo de entretenimento, que manifesta grande semelhança com peças teatrais, tem sido permitido em lugares de culto, e está, no momento, em alta estima. Podem essas coisas promover a santidade ou nos ajudar na comunhão com Deus? Poderiam os homens, ao se retirarem de tais eventos, implorar a Deus em favor da salvação dos pecadores e da santificação dos crentes?" ("Restoration of Truth and Revival", The Sword and the Trowel [dezembro, 1887], p.606). Hoje, os seguidores da "nova onda" revoltam-se contra os que defendem o evangelho de Cristo. Mas o que diriam eles de Spurgeon?


Em Cristo,

Ciro Sanches Zibordi
Fonte: Blog Do Ciro -http://cirozibordi.blogspot.com/2007/10/frases-de-spurgeon-ditas-no-sculo-xix.html

sábado, 6 de novembro de 2010

A Igreja Perseguida necessita de orações



Burj Al Arab, mais conhecido como o hotel 7 estrelas, em Dubai.


EMIRADOS ÁRABES UNIDOS (33º) - Os Emirados Árabes Unidos (EAU) é uma federação formada por sete Estados. Eles se encontram na Península Arábica, e são banhados tanto pelo Golfo Pérsico como pelo Golfo de Omã.
Quase toda a extensão dos Emirados está no deserto de Rub al-Khali. Na zona costeira está localizada a maior parte das jazidas de petróleo.
Os sete Estados que formam os Emirados são: Abu Dhabi, Dubai, Ajman, Fujairah, Ras al-Khaimah, Sharjah e Umm al-Qaiwain.
O Reino Unido, durante o século XIX, mantinha vários tratados com xeques árabes no Golfo, a fim de proteger suas rotas comerciais com a Índia. Muitos desses xeques habitavam onde os EAU se encontram hoje.
Havia pouco interesse na área até que as jazidas de petróleo foram descobertas em Abu Dhabi em 1958.
Dez anos mais tarde, a Grã-Bretanha retira suas tropas da região. Os xeques se unem e em 1971 os EAU se tornam um Estado independente.
No que diz respeito à administração, cada um dos sete emirados possui seu próprio governador e ritmo. Ele tem poderes sobre a exploração do gás e petróleo de seu emirado e também sobre a receita que geram.

A perseguição

A Constituição provê liberdade religiosa e o governo, de modo geral, respeita esse direito. No entanto, há algumas restrições.
O islamismo é a religião oficial dos sete emirados. Há dois sistemas legais: o da sharia (lei islâmica) para as varas criminal e familiar; e o secular para a vara civil.
As igrejas não têm permissão para exibir uma cruz ou colocar sinos fora de sua propriedade. Entretanto, o governo não interfere no terreno que a igreja ocupa.
As congregações aceitam convertidos de todas as religiões, exceto do islamismo. Isso porque a lei não reconhece e nem permite conversão de muçulmanos a outra crença.
De acordo com a sharia, homens muçulmanos podem se casar com cristãs ou judias. Entretanto, mulheres muçulmanas não podem se casar com não-muçulmanos, a menos que estes se convertam.
Como o islamismo não valida o casamento entre um não-muçulmano e uma muçulmana, as duas partes podem estar sujeitas a detenção, julgamento e prisão sob o delito de fornicação. Entretanto, não há relatos de tais penas sendo aplicadas.
A importação de materiais religiosos não-islâmicos é proibida. As autoridades alfandegárias, porém, mostram-se mais tolerantes à importação de itens cristãos do que com o de outras religiões.
É proibida qualquer atividade religiosa que possa interferir no islamismo, como a distribuição de folhetos evangelísticos perto de uma mesquita ou em outros lugares públicos designados.
O único provedor de internet do país, o Etisalat, ocasionalmente bloqueia sites que contêm informação religiosa: dados sobre a fé baha"i, críticas negativas sobre o islamismo e testemunho de muçulmanos que se converteram ao cristianismo.

Motivos de oração

1. Há alguns missionários no país. Ore pela atuação deles e por sua integração à sociedade.

2. Deixar o islamismo significa correr risco de vida. Algumas pessoas tocadas pelo evangelho hesitam em abandonar o islamismo, pois isso significa perder a segurança da família, o status social e o círculo de amizades. Peça a Deus para que essas pessoas sintam-se irresistivelmente atraídas a Cristo e à paz que só ele pode dar.

3. A população local é quase inacessível. O petróleo trouxe muita riqueza aos árabes dos Emirados. Sua posição social distancia-os dos estrangeiros que trabalham no país. Suplique ao Senhor para abrir meios de o evangelho chegar a esses corações que também precisam de salvação.

fonte: Missão Porta Abertas - http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=6639

sábado, 30 de outubro de 2010

A Última Hora - I Jo 2.18

Pr. Samuel Lopes da Silva

“Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anti-cristo, também agora muitos se têm feito anti-cristos; por onde conhecemos que é já a última hora”.

INTRODUÇÃO.

“É já a última hora”. A expressão parece dizer-nos que estamos chegando nos últimos momentos da nossa estada aqui nesse mundo. Tal aviso procura despertar-nos para novas posições, face à nossa responsabilidade, para com Deus e Sua causa aqui na terra. O Senhor Jesus “nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas” (II Pedro 1.4) e, espera que cada um de nós honre a posição sobre a qual Ele nos tem colocado (Ef 1.3).
Para que façamos a perfeita vontade de Deus, a fim de não sermos apanhados de surpresa pela última hora, devemos dar alguns passos importantes na nossa carreira cristã.

Vejamos:

I – REFLETIR.

Refletir é pensar moderadamente, meditar, etc. Por isso é hora de reflexão. Mas em que deve constituir-se a nossa reflexão?

1 – Nossa reflexão, em primeiro lugar, deve ser sobre nós mesmos.

Devemos olhar para dentro de nós e formularmos as seguintes perguntas: Como vai a minha vida espiritual? Sou hoje mais ou menos crente do que era ontem? Se já não estamos pelo menos no mesmo patamar do que éramos ontem, isto é, se a nossa fé decresceu e, já não existe mais aquela alegria de outrora, quando sentíamos prazer de estarmos nos cultos, de testificar das grandes bênçãos recebidas, das vitórias alcançadas, de louvar ao Senhor, precisamos enquadrarmo-nos na mensagem ao anjo da Igreja em Éfeso: “lembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras” Ap 2.5.

A vida espiritual deve ser uma vida de crescimento, nunca de decréscimo ou de inércia, mas de motivação e avivamento. Todo crente precisa ser renovado a cada dia, nunca se conformar com aquilo que é; ser um crente quente e não morno com o anjo da igreja em Laodicéia Ap 3.15.

2 – Nossa reflexão, em segundo lugar, deve ser em tudo quanto temos feito, relacionado à obra do Senhor.

O crescimento da obra do Senhor Jesus aqui na terra depende de nós. A nós foi entregue a incumbência de anunciar a salvação ao mundo inteiro Mc 16.15. Para conquistar as almas, todavia, precisamos:

2.1 – Evangelizá-las. Paulo na carta aos Romanos 10.14 diz: “como ouvirão se não há quem pregue?”. É necessário, pois, que partamos em busca das almas que ainda estão como ovelhas que ainda não têm pastor, a fim de agregá-las ao aprisco do Senhor Jesus, João 10.16.

2.2 – Orando em favor da causa de Deus. A oração é a melhor arma que temos contra as ciladas de Satanás, que de tudo faz para enfraquecer e paralisar a obra do Senhor.

2.3 – Dar bom testemunho. Esta é uma das coisas mais importantes, pois a obra do Senhor tem sofrido muito pelos maus testemunhos que são dados por aqueles que não têm compromisso com a causa de Deus. Vejamos o conselho do Senhor Jesus em Mt 5. 13-16.

3 – Nossa reflexão, em terceiro lugar deve ser sobre os benefícios alcançados imerecidamente da parte de Deus.

O Estribilho do Hino de número 329 do Hinário Cantor Cristão diz: “Conta as bênçãos, conta quantas são recebidas da divina mão; uma a uma, dizi-as de uma vez, hás de ver, surpreso, quanto Deus já fez”.

Poderíamos citar inúmeros textos bíblicos, mas citaremos, apenas, para não sermos cansativos, João 3.16 e Tito 2.11-14 e deixaremos a seu critério a leitura para que você possa meditar nos benefícios recebidos.

II UNIÃO.

União é ato ou efeito de unir ou unir-se. Associação ou combinação de diferentes elementos de modo que formem um todo, etc. Unir é tornar um.

1 – É hora de vivermos unidos, conforme o salmo 133 (NVI):

“Como é bom e agradável quando os irmãos convivam em união!” (v.1). Isso é o mesmo que dizer que devemos ter o mesmo sentimento, o mesmo amor, a mesma fé, a mesma esperança, Fl 2.1-3.

“É como o óleo precioso” (v.2). O Óleo aqui, simboliza o Espírito santo no Sacerdote, para ministrar o Santo Ofício do Sacrifício. Cada crente é um sacerdote, que oferece um “sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”, e para isso necessita estar revestido do poder do Espírito Santo, Rm 12.1; I Pe 2.9; Ef 5.18.

Havendo união “o Senhor concede a bênção da vida para sempre” (v.3). Era assim que viva a Igreja Primitiva. “Perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações” Atos 2.42.

2 – É hora de uma comunhão mais restrita com Deus.

Para se ter uma vida de comunhão com Deus, a chave principal é a oração. É orando que o crente recebe o Batismo com o Espírito Santo, Lc 10.9-12. É através da oração que Deus dá a mensagem ao pr4egador, Ef 6.18, 19. É através da oração que recebemos a solução dos nossos problemas Mt 7.7, 8.

Deus está com os ouvidos abertos àqueles que oram II Cr 7.14, 15; 30.27.

O crente que vive em comunhão com Deus tem poder sobre todos os obstáculos e até sobre o inimigo de nossas almas Mc 9.29; Fl 4.13; João 15.7.

3 – É hora de comunhão entre os irmãos.

Há irmãos que dizem que estão em comunhão com Deus e com a igreja, mas no templo não se senta junto a determinado irmão porque não gosta dele. Isso é pecado I João 2.9-; 4.7, 8. A pessoa que assim procede precisa converter-se outra vez e pedir perdão àquele de quem diz não gostar.

III – CONFISSÃO.

Confissão é a revelação da própria culpa. É a conseqüência do arrependimento. A confissão e o arrependimento envolvem duas coisas:

1 – A confissão da culpa.

A confissão da culpa deve ser acompanhada do pedido de perdão, que deve ser feito a Deus, confessando-lhe as ofensas, Sl 32.1-6; Mt 6.12 e àquela pessoa a quem ofendemos Mt 5.23-25.

2 – O que confessa deve ser perdoado pelo ofendido.

O perdão deve ser sem limite, Mq 7.18, 19: Hb 10.17. Isto significa dizer que aquele que perdoa deve esquecer completamente o passado Mt 18.23-35. Mc 11.25, 26.

3 – O perdão deve ser recíproco.

Quem perdoa deve também perdoar Ef 4.32; Cl 3.13.

CONCLUSÃO

A mensagem Senhor Jesus tem dado para nós é que não podemos deixar-nos apanhar de surpresa. Jesus está voltando, a última hora está chegando por isso precisamos fazer um exame em nossa vida espiritual, vivendo em uma perfeita comunhão com Deus e com a Igreja e se estamos prontos a confessar as nossas culpas e perdoar àqueles que nos tem ofendido.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Informações do Missionário Gian e Família

Aleppo, 21 de outubro de 2010

Aos nossos mui estimados amigos e parceiros na obra do Reino,

Graça, paz e amor vos sejam multiplicados em Cristo Jesus nosso Senhor!

ARA 2 Corintios 5:14 Pois o amor de Cristo nos constrange, ...(versao em portugues)

NVI 2 Corintios 5:14 El amor de Cristo nos obliga, …(versao em español)

NAS 2 Corinthians 5:14 For the love of Christ controls us, …(versao em ingles)

Com certeza, o amor de Cristo deve ser o sentimento propulsor em tudo o que fazemos!

A FAMÍLIA

Nós estamos vivendo um novo e diferente momento em nossas vidas. Quando chegamos no Oriente Médio, o clima por aqui estava muito quente e tínhamos costantes dores de cabeça, mas agora parece que o calor vai diminuindo sua intensidade tornando-se mais surpotável.
Nosso tempo aqui em Aleppo tem sido muito bom e muito tranquilo também, sem quaisquer anormalidade, senão, esperar há dois meses pelo visto. A cidade é bonita e também uma das maiores da Síria. Aleppo está entre as mais antigas áreas habitadas, titulo esse que pode ser sustentado pela arqueologia, pois na região há inúmeros sítios arqueológicos.

Como vocês já sabem, outubro é o nosso mês. Lucas fez 13 anos dia 11 de outubro, e preparamos uma singela festinha familiar. Acreditem se quiser, mas teve até coxinha, bolinha de queijo, kibe, risoles, docinho de côco, brigadeiro e também um bolinho com refrigerante para matar as muitas saudades da nossa querida terra (Brasil).
Nossa princesa Sarah também completou 9 anos dia 20. Igualmente preparamos uma festinha para ela com bolo, refrigerante, pastelzinho e docinho. Adriana e eu faremos 16 anos de casados dia 22, sexta-feira. Parece mesmo que Deus separou outubro como sendo o nosso mês para as comemorações de toda a família.

16 ANOS DEPOIS,...

Dezesseis anos se passaram desde que começamos a nos envolver ainda que indiretamente com o povo curdo. Foi em 1994, quando depois de ouvir sobre a realidade deste povo que sentimos algo especial e entendemos que o Senhor nos direcionava em direção a este grupo etnico para lhes pregar o evangelho.
Os anos foram passando e nossa vocação transcultural foi se confirmando e se consolidando com as experiências nos campos : Uruguai e Cabo Verde. Mesmo trabalhando em outros campos, nunca perdemos o foco e o alvo de chegar entre os curdos para lhes apresentar as insondáveis riquezas de Cristo.
Nesse tempo prolongado de espera para a obtenção do visto, temos procurado estar mais de joelhos perante ao Pai, apresentando nossas petições em oração com ações de graças. Também estamos aproveitando a oportunidade para frequentemente visitar um dos bairros aqui em Aleppo cujo a maioria dos seus moradores é de origem curda.
O outro grande acontecimento neste tempo aqui na Síria, é que por duas vezes viajamos para uma região curda próxima da fronteira com a Turquia. Foi para nós experiência indizível, pois não estávamos visitando apenas um bairro de maioria curda, mas toda uma grande região com cidade(mais de 1 milhão de pessoas) e muitos vilarejos onde só há o povo alvo. Enquanto andávamos pelas ruas, nossos olhos se encheram de lágrimas e orávamos em espírito a Deus pedindo que um dia Cristo fosse revelado a eles. dezesseis anos depois, estávamos vendo, ouvindo e andando entre um povo que aprendemos a amar mesmo sem tê-lo conhecido antes.

Cidade curda Afrim Praça – Afrim Meus dois primeiros contatos curdos

Como podemos amar tanto um povo e pessoas que nunca tivemos nenhum contato pessoal a ponto de deixarmos nosso lugar de conforto e de “segurança” , bem como deixarmos todas as outras coisas em segundo plano e dedicarmos quase que cegamente a alcançá-lo? Que sentimento é esse senão o amor de Deus compartilhado com todos aqueles que se propõem obedecer e cumprir humildemente seu ministério.
Mesmo que, na maioria das vezes não saibamos os porquês, cremos que o Senhor é soberano e dará o desfecho que Lhe apraz segundo o Seu propósito na questão do nosso visto. Há uma frase que costumo pensar e dizer: “ o maior interessado em salvar seus eleitos que já foram comprados com o sangue de Jesus é o próprio Deus” . No tempo certo “ELE MOVERÁ AS ÁGUAS”!
Queridos, a carga seria muito mais pesada se não tivessemos vosso apoio e parceria.
Obrigado pela manifestação de apoio e de oração que estamos recebendo de todos vocês. Saibam que sempre vos recordamos perante ao Pai.

De seus irmãos na caminhada,

Rev. Gian, Adriana e filhos

{ Saat hosh } - primeira expressão que aprendemos na língua curda e que quer dizer “obrigado”

Orem e louvem conosco:

- Família: para que a cada dia possamos expressar a glória do Senhor.

- Visto: estamos aguardando resposta das autoridades libanesas quanto a segunda solicitação de visto feita pelo sínodo.

- Pelos filhos: para que quando começarem a frequentar as aulas na nova escola possam aprender a nova língua e se adaptar rapidamente.

- Pelos curdos: para que Jesus seja revelado a eles através do evangelho.

- Aos Parceiros: agradecemos a fidelidade não só quanto as ofertas, mas também pelo apoio de oração e carinho.

- A Deus: que nos assiste com Seu cuidado constante e que nos dá o privilégio de serví-lo no mundo.

CURIOSIDADE SOBRE ALEPPO

Aleppo, a cidade das antenas e mesquitas (título nosso)

Aleppo está entre as mais antigas áreas habitadas, titulo esse que pode ser sustentado pela arqueologia. As várias cidades antigas da região, dão testemunho das sucessivas civilizações que viveram e passaram por aqui: Amoritas, Hititas, Sumerios, cananitas, arameos, Seleucidas, romanos e bizantinos. Vindo a se tornar parte do Imperio Islamico em 637 AD.


Se você se sentir tocado por Deus para auxiliar Rev. Gian e sua família segue abaixo como fazer:

 Giancarlo Wagner da Costa


Banco do Brasil: Agência 0635-1 C/C 17509-9

*** se preferir depositar em nossa conta pessoal, não há necessidade de colocar os centavos.

Conta da APMT:

APMT – Agência Presbiteriana de Missões Transculturais:

Banco do Brasil : Agência 0635-1 C/C 7500-0

Banco Bradesco: Agência 119-8 C/C 107965-4

CNPJ da APMT: 04.138.895/0001-86

*** lembrando que se depositar pela APMT é necessário colocar nosso código de centavos que é o R$0,64. Ou seja, é necessário colocar o valor + os 64 centavos. (Exemplo: R$50,64)

email: cruzanfront@yahoo.com.br


sábado, 16 de outubro de 2010

Autoajuda ou Ajuda do Alto?


Leitura bíblica: Hebreus 13.5,6


INTRODUÇÃO

1. O termo “autoajuda” alude ao conjunto de informações e orientações que visam a possibilitar a alguém a superação de seus problemas emocionais e dificuldades de ordem prática, ou a conquista de objetivos específicos, por meio dos próprios recursos mentais e morais da pessoa.

2. A autoajuda — que é também o processo de aprimoramento pessoal por meio dos próprios recursos mentais e morais, orientado ou não por profissionais ou por livros especializados — tem o seu valor. Mas seria ela mais eficaz que a Ajuda do Alto, isto é, o socorro e a direção que vêm do Senhor, o nosso Ajudador?

I. COMO SER UM VENCEDOR?

1. Segundo os autores de autoajuda, o ser humano já nasce vencedor: “Dentre milhões de espermatozoides, somente um atingiu o óvulo da sua mãe. Você já nasceu vencedor!” Mas é preciso considerar o que está escrito em Salmos 139.16.

2. Segundo a Bíblia, todos os homens já nascem pecadores e, portanto, derrotados (Rm 3.23; 5.12; 11.32; Sl 51.5). Mas em Cristo (Ajuda do Alto) somos mais que vencedores (Rm 8.37). O que diferencia o salvo do pecador é o “tesouro”, e não o material do “vaso” (2 Co 4.7).


II. A AUTOAJUDA É ANTROPOCÊNTRICA, E A AJUDA DO ALTO, CRISTOCÊNTRICA

1. Os propagadores da autoajuda asseveram: “Você é vencedor! Quando acordar pela manhã, diga três vezes: ‘Eu sou vencedor’. Acredite em você”. Tudo gira em torno do ser humano. A mensagem, portanto, é antropocêntrica.

2. O Evangelho é cristocêntrico (Mc 16.17,18; 1 Co 1.22,23; 2.1-5; 2 Co 2.17). Ele prioriza a vitória de Cristo, e não a nossa.

a) Cristo venceu o pecado (Jo 1.29; Hb 4.15) — Ele nasceu e viveu sem pecado; morreu por nossos pecados; e ressuscitou para a nossa justificação.

b) Cristo venceu Satanás (Mt 4.1-11; 1 Jo 3.5,8; Jo 19.30; Cl 2.14,15).

c) Cristo venceu a morte (At 17.30,31; Hb 2.14).

III. A AUTOAJUDA, A AJUDA DO ALTO E OS NOSSOS SONHOS

1. Os propagadores da autoajuda usam muitos bordões ligados a sonhos: “Nunca deixe de sonhar”, “Ouse sonhar”, etc., sugerindo que tudo, na vida, gira em torno de nossos projetos e aspirações.

2. De acordo com a Bíblia, podemos sonhar (1 Tm 3.1), mas a vontade de Deus está acima dos nossos projetos (Pv 16.1; Rm 12.1,2).

a) O sonho (projeto) de Davi.

b) Os sonhos (projetos) de Paulo.

c) Os sonhos (sonhos, mesmo!) de José.

CONCLUSÃO

1. Os livros de autoajuda asseveram: “A vida sem sonhos é monótona, sem brilho. Ouse sonhar! Reaja! Você pode mudar as circunstâncias. Acredite em você”.

2. Segundo a Bíblia, devemos entregar a nosso caminho ao Senhor (Sl 37.5; 1 Pe 5.7). E Ele cuida de nós espiritual, ministerial, material, física, sentimental e profissionalmente. Sim, o Senhor é o nosso Ajudador (Hb 13.5,6), e tudo podemos nEle (Fp 4.11-13).

Em Cristo,

Pr. Ciro Sanches Zibordi

ciro.zibordi@uol.com.br

Fonte: Blog do Ciro http://cirozibordi.blogspot.com/

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

10 RAZÕES POR QUE SOMOS CONTRA O ABORTO

10 razões da não aprovação por parte dos cristãos evangélicos da descriminalizaçao do aborto no Brasil:

1. O ABORTO É CONTRA A VIDA

A Declaração Universal dos Direitos do Homem afirma que “todo o indivíduo tem direito à vida” (artigo 3.º). Também a Constituição da República Portuguesa declara que “a vida humana é inviolável” (artigo 24.º).
De acordo com a ciência, a vida humana tem início com a fecundação, resultante da união de um espermatozóide masculino com um óvulo feminino. Cada uma das células sexuais transporta metade da informação genética do progenitor, de modo que a célula resultante da fertilização, denominada ovo ou zigoto, recebe toda a informação genética necessária para orientar o desenvolvimento do novo ser humano.
O aborto provocado, independentemente do momento em que é realizado, acarreta sempre a destruição de uma vida humana, a quem é negada a continuação do seu desenvolvimento, impedindo-se o seu nascimento e a expressão do seu potencial como criança e adulto.
Assim, qualquer referendo ou decreto-lei que legitime a morte de um ser humano indefeso, designadamente a despenalização do aborto, sem qualquer indicação médica que o justifique, é um atentado claro contra a vida humana, e viola a própria constituição portuguesa e os direitos fundamentais do ser humano, expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos.


2. O ABORTO É CONTRA A MULHER

Sejam quais forem os motivos que a originam, alguns permitidos por lei, qualquer interrupção da gravidez é uma agressão para a saúde física, mental e emocional da mulher. Sabe-se actualmente que qualquer mulher que aborta voluntariamente, mesmo nas melhores condições de assistência médica, tem um risco acrescido de lesões do aparelho genital, infertilidade, abortamentos espontâneos posteriores, prematuridade em gravidezes ulteriores, entre outros. Mais difíceis de quantificar, mas não menos importantes, são as consequências ao nível da saúde mental, nomeadamente depressão, sentimentos de culpa, sentimentos de perda, abuso de substâncias tóxicas e mesmo suicídio. O Colégio da Especialidade de Psiquiatria do Reino Unido (Royal College of Psychiatrists) chamou a atenção, já em 1992, para uma das consequências da liberalização do aborto nesse país: “Ainda que a maioria dos abortos seja realizada com base no risco para a saúde mental da mulher, não há justificação de natureza psiquiátrica para o aborto. [Pelo contrário], coloca as mulheres em risco de sofrerem perturbações psiquiátricas, sem resolver qualquer problema dessa natureza já existente”.
Por outro lado, a despenalização total do aborto, ainda que nas dez primeiras semanas de gravidez, em vez de valorizar a vontade da mãe da criança pode expô-la a pressões por parte de familiares, do pai da criança, da entidade patronal ou mesmo de profissionais de saúde (p.e. por um alegado risco de malformações no feto, que muitas vezes não se verifica), no sentido de interromper a gravidez, mesmo contra a sua vontade. Quanto mais permissiva for a lei, maior é a probabilidade destas situações ocorrerem.

3. O ABORTO É CONTRA O HOMEM

O aborto não pode reduzir-se a um acto que apenas envolve a mulher que o pratica. Há pelo menos mais dois elementos fundamentais em todo o processo: o pai da criança e obviamente o nascituro.
Ao valorizar-se a vontade da mulher de prosseguir ou não com a gravidez, remete-se para segundo plano ou ignora-se por completo a vontade do homem, co-responsável pela concepção e paternidade. Desse modo, desvaloriza-se a sua participação no processo procriativo. Ainda que muitas vezes o elemento masculino do casal não assuma a sua responsabilidade na família, através da despenalização e promoção do aborto livre, descartam-se completamente os deveres do pai da criança.
Sabe-se também, actualmente, que os homens podem sofrer de depressão pós-aborto, especialmente quando tal acto é realizado sem o seu conhecimento e autorização.

4. O ABORTO É CONTRA A CRIANÇA

Já no célebre Juramento Hipocrático (IV a. C.), ao qual os médicos têm procurado obedecer ao longo dos séculos, é expressamente referido: “não fornecerei às mulheres meios de impedir a concepção ou o desenvolvimento da criança”. Condenamos assim, veementemente, a tese de que “as mulheres têm direito ao seu corpo”, na medida em que esse suposto direito colide com princípios que consideramos absolutos, como o direito à vida do nascituro, que apresenta identidade genética própria, distinta dos progenitores.
Nos países que despenalizaram o aborto, os seres humanos correm maior risco de terem uma morte violenta nos primeiros nove meses da sua existência do que em qualquer outro período da sua vida. O útero materno, que deveria ser o lugar supremo de protecção da vida humana tornou-se assim tragicamente, nas últimas décadas, num dos locais mais perigosos. Além disso, sabe-se que muitas crianças, quando descobrem que a sua mãe fez um aborto, numa outra gravidez, desenvolvem perturbações mentais que podem requerer apoio psicológico ou psiquiátrico.

5. O ABORTO É CONTRA A FAMÍLIA

Os filhos são uma parte integrante e significativa de cada família, considerada um dos pilares fundamentais das sociedades civilizadas. A ênfase dada à autonomia da mulher sobre a sua gravidez prejudica o relacionamento conjugal e familiar. Aliás, sabe-se que mais de 80% dos abortos provocados resultam de relações sexuais extra-conjugais.
Sabe-se também que uma percentagem significativa de gravidezes não planeadas e mesmo não desejadas, se não forem interrompidas, levam invariavelmente ao nascimento de crianças que acabam por ser extremamente apreciadas e amadas pelos seus pais.
Por outro lado, ao impedir-se o nascimento de crianças através do aborto está-se a contribuir para o grave problema demográfico resultante da diminuição acentuada da taxa de natalidade, em muitos países ocidentais. O mesmo se verifica actualmente em Portugal, o que acarretará consequências nefastas a nível económico e social.

6. O ABORTO É CONTRA A CONSCIÊNCIA

É um facto incontestável que ao longo da história da humanidade, por influência do cristianismo, o aborto era considerado um crime, passível de punição. Contudo, nas últimas décadas, tem-se assistido a uma tendência no sentido da desvalorização da vida humana.
A nível individual, é indiscutível a sensação de culpa que a realização de um aborto acarreta, tanto à mulher que a ele recorre como à pessoa que o pratica. Tal facto deve-se à consciência que cada ser humano possui, e que o ajuda na tomada de decisões morais. Como afirma um provérbio francês, “não há travesseiro mais macio do que uma consciência limpa”.

7. O ABORTO É CONTRA A DIGNIDADE HUMANA

A tradição moral judaico-cristã sempre se preocupou com a defesa dos mais fracos e vulneráveis, como é o caso das crianças, dos órfãos, dos idosos e das viúvas. O aborto nunca é uma solução dignificante, nem para quem o pratica, nem para a mulher que a ele se submete, e muito menos para a criança inocente.
Concordamos com o relatório-parecer sobre a experimentação no embrião, do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (1996) que afirma que “a vida humana merece respeito, qualquer que seja o seu estádio ou fase, devido à sua dignidade essencial”.
É também um facto indiscutível que o número de abortos aumentou, por vezes exponencialmente, em todos os países que despenalizaram a sua prática.

8. O ABORTO É CONTRA O DIREITO À DIFERENÇA

Em muitos países ocidentais, a liberalização do abortamento provocado tem impedido o nascimento de crianças com anomalias cromossómicas, das quais a trissomia 21 (síndrome de Down) é a mais frequente, bem como com malformações congênitas perfeitamente compatíveis com a vida, e muitas delas com correcção cirúrgica pós-natal, como é o caso do lábio leporino ou do pé boto. Situações mais graves e complexas, como certas malformações cardíacas, podem também ser tratadas cirurgicamente, por vezes mesmo antes do nascimento.
O abortamento destas crianças contribui para uma desvalorização e discriminação de pessoas com deficiências sensorias, motoras e/ou cognitivas, que vivem vidas adaptadas e felizes, apesar das limitações.

9. O ABORTO É CONTRA A ÉTICA

O aborto, o infanticídio, o suicídio e mesmo a eutanásia eram relativamente comuns e socialmente aceites no mundo antigo greco-romano. O abortamento provocado ocasionava, geralmente, a morte da mãe. No século IV a.C. Hipócrates de Cós, com o seu Juramento, impõe uma ruptura com a cultura da morte que prevalecia nessa época. Mais tarde, após a humanização do Direito, por influência do Cristianismo, o aborto passou a ser considerado um crime no mundo ocidental. Deste modo, a norma ética, ao longo dos séculos, tem sido a defesa da vida humana desde a concepção. O aborto induzido é, assim, contra a ética, pois colide com o princípio fundamental da inviolabilidade da vida humana.
Nos raríssimos casos-limite em que a continuação da gravidez põe em risco a vida da mãe, o aborto poderá ser a única forma de salvar a sua vida, o que a actual lei já prevê.

10. O ABORTO É CONTRA DEUS

Para além de todas as razões atrás mencionadas, consideramos que o aborto é uma clara violação da vontade de Deus, revelada nas Escrituras Sagradas. O quinto mandamento declara precisamente: “não matarás” (Êxodo 20:13).
Encontramos na Bíblia a revelação inequívoca de que Deus valoriza a vida humana desde a concepção e que está envolvido no processo procriativo, como p.e. no texto seguinte, da autoria do rei David (Salmo 139: 13-16):
”Foste tu que formaste todo o meu ser; formaste-me no ventre de minha mãe (...) Conheces intimamente o meu ser. Quando os meus ossos estavam a ser formados, sem que ninguém o pudesse ver; quando eu me desenvolvia em segredo, nada disso te escapava. Tu viste-me antes de eu estar formado. Tudo isso estava escrito no teu livro; tinhas assinalado todos os dias da minha vida, antes de qualquer deles existir”.

Dr. Jorge Cruz

Médico

Editado pela Aliança Evangélica Portuguesa em parceria com a Associação Cristã Evangélica de Profissionais de Saúde

sábado, 9 de outubro de 2010

Cristãos unidos contra a Resolução da Difamação da Religião

BRASIL (*) - Dia 1° de outubro, o underground, ministério de jovens da Missão Portas Abertas, iniciou a campanha Free to Believe para arrecadar assinaturas em todo o Brasil a fim de convocar os jovens e toda a Igreja no país para se posicionarem contra a Resolução da Difamação da Religião.
Até o momento do envio desta notícia, chegamos a 11.100 petições eletrônicas. Isso sem contar com as que foram impressas pela página do site e estão circulando nas igrejas!
Isso demonstra que podemos contar com os cristãos brasileiros. Ou melhor, que os cristãos perseguidos podem contar com vocês.
Jovens estão se mobilizando por meio das mídias sociais como o Twitter, Facebook e Orkut. As cantoras Nívea Soares, Fernanda Brum, Ana Paula Valadão, Christie Tristão, os pastores Gerson Ortega e Antonio Cirilo, entre outros, também estão participando da campanha e divulgando aos seus seguidores.
Somos muito gratos por isso!
Organizações como a Portas Abertas Internacional estão muito próximas de derrotar a resolução este ano. Mundialmente, já recolhemos quase 70 mil assinaturas. Uma ação combinada neste momento pode fazer toda a diferença!
Por isso, nos comprometemos a orar, divulgar a campanha e dar suporte prático àqueles que não são livres para escolher e praticar sua religião até que possam desfrutar da mesma proteção legal dos cristãos no mundo livre. Essa proteção deveria incluir o direito de:

• ouvir o evangelho;
• fazer uma escolha pessoal sobre sua crença religiosa;
• mudar a opção religiosa em seu documento de identidade;
• possuir uma Bíblia;
• compartilhar sua fé;
• reunir-se com outros para cultuar.

O escritório da Portas Abertas nos Estados Unidos levará o abaixo-assinado para a ONU, por isso, é importante que todas as assinaturas cheguem aos nossos cuidados até o dia 22 de novembro, pois enviaremos somente os que recebermos até esta data.
Contamos com a sua ajuda na divulgação da campanha para o maior número de pessoas possível. Assine e incentive seus amigos, familiares e irmãos a participar também. Você pode fazer diferença na vida dos cristãos perseguidos.
Diga SIM à liberdade religiosa e NÃO para a Resolução da Difamação da Religião.

Acesse o site 

Tradução: Missão Portas Abertas

* Este país não se enquadra entre os 50 mais intolerantes ao cristianismo.



sábado, 2 de outubro de 2010

Um alerta de Deus ao seu povo

Rev. Hernandes Dias Lopes

É Deus quem está falando e falando desde os céus. Salomão está consagrando o templo de Jerusalém, quando escuta este alerta de Deus: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2Cr 7.14). Destacamos, aqui, algumas importantes lições:

1. O povo de Deus precisa se humilhar. A restauração que vem de Deus e emana dos céus começa quando o povo de Deus se humilha. O mundo é impactado e os corações são alcançados quando o povo de Deus se prostra e se humilha sob a mão do Altíssimo. Antes da igreja chamar o mundo ao arrependimento, ela precisa se humilhar diante de Deus. O juízo começa pela Casa de Deus. A igreja só pode levantar-se diante dos homens quando primeiro se prostra diante de Deus. Nada pode ser mais contraditório que um crente soberbo. A soberba é a porta de entrada da ruína. Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.

2. O povo de Deus precisa buscar a Deus em oração. Quando o homem reconhece sua fraqueza ele confessa a onipotência divina. Só quando nos humilhamos diante de Deus é que aprendemos a verdadeira essência da oração. É o reconhecimento da nossa fragilidade que nos impulsiona a orar. Aqueles que se humilham diante Deus, também o buscam de todo o coração. Aqueles que choram pelos seus pecados, também oram com fervor. A restauração divina vem dos céus sobre uma igreja que ora. A oração abre o caminho da cura, pavimenta a estrada do avivamento e abre as comportas da restauração. Os avivamentos sempre foram precedidos por oração. Mas, que tipo de oração? Não uma oração centrada no homem. Oração não é prioritariamente buscar as bênçãos de Deus, é buscar o Deus das bênçãos. Orar é deleitar-se em Deus por quem ele é mais do que buscá-lo pelo que ele dá. O alvo principal da oração é comunhão com Deus. É deleite em Deus. Orar é intimidade com Deus. É na presença de Deus que existe plenitude de alegria e só na sua destra há delícias perpetuamente.

3. O povo de Deus precisa se converter dos seus maus caminhos. Não poucas vezes o povo de Deus envereda-se por atalhos perigosos, por descaminhos escabrosos e desvia-se das veredas da justiça. Quando aqueles que conhecem a Deus desviam-se da verdade, caem na iniquidade, e praticam os mesmos pecados daqueles que não o conhecem, tornam-se pedra de tropeço, embaraço para os incrédulos e motivo de escândalo no mundo. A igreja de Deus é convocada pelo próprio Deus a voltar suas costas para o pecado e converter-se dos seus maus caminhos. Como resultado do arrependimento da igreja, Deus promete ouvir seu clamor e sarar a sua terra. A santidade é o segredo da vitória na oração e a vitória na oração é o segredo do avivamento e, o avivamento traz restauração para a igreja e salvação para o mundo.

fonte:http://hernandesdiaslopes.com.br/2010/09/um-alerta-de-deus-ao-seu-povo/

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Em busca da décima dracma perdida

Jesus foi o maior contador de histórias do mundo. Ele imortalizou seu ensino através de suas parábolas. Elas não apenas são práticas, mas também inspiradas. Em Lucas 15 há o registro de três parábolas com a mesma mensagem central: arestauração do que se perdeu. A ovelha perdeuse por displicência; o filho perdeu-se por deliberação e a dracma foi perdida por descuido. Jesus usouum ser racional, o filho pródigo; um ser irracional, a ovelha e um objeto inanimado, uma dracma. Quais são as lições que podemos aprender com essa parábola?

1. A dracma perdida tinha um grande valor – A mulher que perdeu a décima dracma não se conformou de desistir dela nem se contentou pelo fato de ter ainda em segurança as outras nove. Essa dracma perdida era valorosa porque é um símbolo do ser humano que se perdeu. A proprietária da dracma tomou todas as medidas para reavê-la. Você tem um grande valor para Deus. Ele não desiste de amar você. Ele mesmo tomou todas as medidas para buscar você. Tudo provém de Deus que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo.

2. Medidas práticas foram tomadas para encontrar a dracma perdida – A mulher não ficou apenas lamentando a perda da dracma, ela tomou medidas urgentes e práticas para encontrá-la. A primeira coisa que ela fez foi acender a candeia. As casas na Palestina não tinham tantas portas e janelas como as de hoje. Não se podia procurar algo perdido sem primeiro iluminar a casa e foi o que ela fez. Se quisermos encontrar o que se perdeu, precisamos tambémde luz: a luz da Palavra. Em segundo lugar, ela varreu a casa. Ela tirou muita coisa do lugar e levantou muita poeira, fazendo uma verdadeira faxina em toda a casa. Para buscarmos o que se perdeu, precisamos ter coragem de mexer com muita coisa que está sedimentada em nossa vida, precisamos ainda ter coragem de levantar a poeira do tempo e remover os entulhos que estejamescondidos há muito tempo nos cantos escuros da nossa casa. Em terceiro lugar, ela procurou diligentemente a dracma até encontrar. Notem duas coisas que essa mulher fez: primeiro, sua procura foi meticulosa; segundo, sua procura foi perseverante. Ela vasculhou cada canto da casa e removeu tudo, pois estava determinada a encontrar a dracma perdida. Houve diligência e perseverança. É dessa maneira que devemos procurar aqueles que se perdem e se desviam. Um fato, ainda digno de nota é que a dracma perdeu-se dentro de casa. Muitos estão, também, perdidos dentro da igreja.

3. Houve alegria e celebração quando a dracma foi encontrada – A mulher buscou e encontrou a dracma perdida, usando todo esforço e diligência, mas a celebração dessa descoberta foi coletiva. Ela reuniu suas amigas e vizinhas para comemorar o fruto do seu labor. Devemos, de igual modo, não apenas buscar aqueles que se perderam, mas celebrar com grande e intenso júbilo quando eles são encontrados. O SenhorJesus conclui a parábola dizendo que a festa não é apenas na terra, mas também é sobretudo no céu. Há júbilo diante dos anjos de Deus lá no céu quando um pecador se arrepende. O céu está conectado com a terra. As coisas que acontecem aqui refletem lá. Os anjos não evangelizam, pois essa gloriosa missão Deus no-la deu, porém, eles celebram com intenso júbilo os frutos da nossa evangelização. Os anjos não são ministros da reconciliação, mas eles festejam quando um desviado é encontrado e trazido de volta à comunhão da igreja.

Fonte:Rev. Hernandes Dias Lopes http://www.hernandesdiaslopes.com.br/

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Jubileu de Ouro da Assembleia de Deus de Juiz de Fora



Fundada no ano de 1960, teve o seu registro como igreja no dia 02 de setembro daquele mesmo ano com a denominação de Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Juiz de Fora, sendo inscrita no Ministério da Fazenda, como Sociedade Civil de natureza religiosa, filantrópica e sem fins lucrativos”.
“Sim, grandes coisas fez o Senhor por nós,e por isso estamos alegres.” (Salmo 126:3)
Sua primeira diretoria foi composta pelos seguintes membros: Presidente: Ev. Raimundo Geraldo da Silva; Vice-presidente: Dc. José dos Santos; Primeiro Secretário: José Luiz Maia; Segundo Secretário: Roldćo Severino Carlos; Primeiro Tesoureiro: Antenor Sebastião da Silva; Segundo Tesoureiro Francisco Albino.
Com o passar dos anos, outros pastores estiveram na presidência da Igreja, dentre os quais destacamos: Antenor Sebastião da Silva, João Pereira de Andrade, Túlio de Barros Ferreira, Sergio Gonçalves, Erci Antōnio Pereira, além de outros, posteriormente.
Dos pastores que pastorearam a Igreja anteriormente o que mais tempo permaneceu ą frente da Igreja foi o pastor Erci Antōnio Pereira. Durante o seu pastorado foi adquirido o imóvel, onde hoje se encontra construído o templo sede da Igreja na Av. dos Andradas 1125. Neste local foi realizado o primeiro culto no dia 04 de agosto de 1974, ocasião em que estiveram reunidos oitenta e cinco adultos e nove crianças.
A pedra Fundamental do atual templo foi lançada no dia 13 de maio de 1974. (Veja fotos ao lado). Logo após foi iniciada a construção, sendo feito somente a obra do salão inferior do templo local em que por alguns anos serviu como santuário para realização dos cultos. Posteriormente, iniciaram-se as obras do santuário definitivo no pavimento superior que teve a sua inauguração em outubro de 1986. Participaram, ainda, ą frente da organização da Igreja os seguintes pastores: Erci Antōnio Pereira que foi substituído pelo pastor Jaci Pereira de Almeida e este pelo pastor José Maria Marques.
Atualmente a Igreja está sob minha presidência (Pastor Samuel Lopes da Silva) e, conta com cerca de 2.500 membros que se congregam em mais de quarenta templos, não só na Cidade de Juiz de Fora, como em outras cidades mineiras e fluminenses, e também no Uruguai.
Conta também com duas missionárias uma no Equador e outra em Cabo Verde.

Ao Senhor, O Todo Poderoso, honra e glória por toda eternidade.



sexta-feira, 10 de setembro de 2010

PT ameaça Pr. Paschoal Piragine Jr

Julio Severo

Em dez dias, quase 400 mil pessoas já assistiram ao vídeo da mensagem do Pr. Paschoal Piragine Jr expondo os perigos de se votar no PT. Veja o vídeo aqui:
Tudo o que ele faz é dizer o óbvio: O PT é um partido comprometido com o aborto e o homossesxualismo. Quem duvidar disso, olhe para Lula, que passou seus oito infames anos de governo lutando para impor o aborto e o homossexualismo no Brasil.

Revoltados e desesperados com o direito de livre expressão do Pr. Piragine, líderes do PT no Paraná, segundo reportagem da Rádio CBN do Paraná, querem processar o pastor. A reportagem completa em áudio está aqui: http://www.cbncuritiba.com.br/arquivo/download/1995-PastorPT-Marcio.wma

Acho que os cristãos no Brasil estão acovardados. Em nosso nariz, Lula e seu bando no governo defendem descaradamente o aborto e o homossexualismo, e nenhum líder católico ou evangélico os ameaça de processo. Pelo direito democrático, todos temos direito de processá-los, pois tanto Lula quanto seu bando estão desrespeitando a maioria esmagadora da população brasileira, que não tem nenhuma obsessão de ver o aborto e a sodomia legalizados. Se há obsessão nesse sentido, é só entre os socialistas.

Convido a todos os que lerem esta mensagem a apoiarem o direito de livre expressão do Pr. Paschoal Piragine e a processarem Lula e seu bando pelo infame programa federal “Brasil Sem Homofobia” e outras iniciativas do governo que desrespeitam o povo brasileiro.

É hora de agir!

Distribua amplamente esta mensagem aos seus amigos.

Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Pioneiro do Tralbalho Assembleiano em Juiz de Fora

CLÍMACO BUENO AZA


De naturalidade colombiana, converteu-se ao santo evangelho de Jesus Cristo em 1913, em Belém – PA. Ingressou na Assembléia de Deus ainda no segundo ano de fundação da mesma. Portanto, com todo o seu vigor e ardor do movimento pentecostal. Logo em seguida, a chamada específica de Deus para pregar o evangelho em tempo integral ardeu no coração do irmão Bueno Aza, que, deixando seus negócios materiais, dedicou-se ao serviço de evangelização, o qual passou a ocupar, daí em diante, todo o seu tempo.

Clímaco Bueno Aza foi auxiliar dedicado de Daniel Berg de quem seguiu os passos como co-pastor e evangelista na região da Estrada de Ferro Belém - Bragança, implantando várias igrejas nos idos de 1915. Percorriam uma extensão de 233 Km. Berg e Clímaco eram auxiliados por Adriano Nobre e o irmão Cipriano. Também trabalhou no início da implantação da AD em Macapá.

Segundo nos informa Emílio conde, “Clímaco Bueno Aza foi ordenado ministro do evangelho em 10 de março de 1918 por Gunnar Vingren, em Belém do Pará”.

O irmão Clímaco foi o instrumento que Deus usou como pioneiro do movimento pentecostal em terras maranhenses, começando por São Luís, quando aqui chegou no final do ano de 1921. Por causa do seu dinâmico trabalho e por ter dado provas de sua chamada apostólica, foi que o nosso pioneiro foi comissionado pela Assembléia de Deus em Belém para iniciar o trabalho pentecostal no Estado do Maranhão, começando por São Luís.

Após oficializar a implantação da igreja em 15 de janeiro de 1922, o Pr. Clímaco Bueno Aza teve a alegria de ver o trabalho prosperar, não somente como resultado de seus esforços evangelísticos, mas principalmente porque “acrescentava-lhes o Senhor dia a dia os que iam sendo salvos”, At 2.47b

O Pr. Clímaco dirigiu a igreja em São Luís apenas nos seus primeiros meses e para cumprir-se o que diz Paulo aos coríntios: “Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus”, 1Co 3.6. O corajoso plantador de igrejas, nosso irmão Bueno Aza, deixou a igreja ainda no ano de 1922, aos cuidados do Pr. Manoel de Jesus da Penha. Continuou sua trajetória em várias cidades das mais diferentes regiões do Brasil, pregando o evangelho com simplicidade, mas acompanhado do poder do alto e a convicção de que Jesus salva o homem e também o cura e batiza com o Espírito Santo.

Em 1925, o Pr. Clímaco mudou-se para o Rio de Janeiro com sua família, a fim de auxiliar o Pr. Gunnar Vingren na grande tarefa que se agigantava. Bueno Aza realizou várias viagens pelo Estado do Rio, realizando campanhas evangelísticas e dinamizando a obra que iniciara. Esteve também em Paraíba do Sul por um breve tempo.

No ano de 1927, precisamente no mês de fevereiro, esperançoso e pleno de vida, o Pr. Clímaco chegou a Belo Horizonte com sua família. Morou na Rua Peçanha e ali, na própria residência, foram realizados os primeiros cultos, onde se converteram as primeiras pessoas. A obra pentecostal se desenvolveu na capital mineira e em todo o estado. Em 15 de janeiro de 1929 já estava inaugurando o 1º templo daquela igreja. E em 02/08/1931 deixou o pastorado em Belo Horizonte e transferiu-se para Juiz de Fora, com o intuito de fundar ali mais uma Assembléia de Deus. Em Belo Horizonte o Pr. Clímaco foi substituído pelo Pr. Nils Kastberg em 02/08/1931.

Consta também de sua trajetória que, em 1934, esteve na liderança da AD em Santos-SP. Como não podia parar por causa da chama que ardia no seu ser, nos anos seguintes, de 1937 a 1939, Clímaco Bueno Aza pastoreou também, a AD em Natal-RN. Em 1939 o Pr. Clímaco chegou a Curitiba para assumir o pastoreado da igreja, sendo também um evangelista nato estendeu as atividades evangelísticas da igreja a dezenas de cidades no interior do Estado. Pastoreou a AD em Curitiba até fins de 1942.

Deixando a igreja de Curitiba aos cuidados de outro pastor, o irmão Clímaco Bueno foi recebido pela AD em Petrópoles-RJ, onde trabalhou com expressivo amor a causa de Cristo até março de 1946.

Como é notória, múltiplas e constantes foram as atividades do irmão Clímaco Bueno Aza. Ele iniciou o trabalho de evangelização em várias cidades e capitais brasileiras atualmente há grandes e prósperas igrejas.

Além das cidades já citadas, o irmão Clímaco pastoreou também em Belford Roxo-RJ e Ponta Grossa no Paraná. Foram 70 anos de vida e 36 completamente dedicados á pregação do evangelho.

No dia 20 de setembro de 1950 no hospital evangélico no Rio Janeiro deixou esta terra para está com o Senhor na sua Glória .

Além das muitas saudades que deixou entre um grande número de irmãos, deixou viúva a irmã Julia Galvão de Lima Bueno Aza, que foi dedicada companheira em todos esses anos de labor ministerial deixou também quatro abençoados filhos. Somente a eternidade poderá revelar a importância do trabalho que realizou, a fidelidade com que se conduziu e os frutos que produziu para Deus e seu Reino.

Informações Extraídas:

História das Assembléias de Deus no Brasil, CPAD, 2ª edição, 1982.

Fotos: História da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil – CPAD – 1º edição – 2004.

Informações extraídas de Histórico da Convenção das Assembléias de Deus no Estado do Maranhão, Dados: História da Igreja Assembléia de Deus em São Luís, autoria: Pr. Rayfran Batista da Silva

Fotos: História da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil – CPAD – 1º edição – 2004.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

ALERTA AO ELEITOR CRISTÃO

Concernente a onda ideológica que toma conta do nosso país, a qual é favorável a aprovação de leis que incentivam o aborto, homossexualismo, lesbianismo, bem como apóiam seus respectivos simpatizantes, é bom lembrarmos que, o que há de mais belo na DEMOCRACIA, é justamente a possibilidade dos eleitores firmarem seu posicionamento a respeito de assuntos que lhes são pertinentes, independente de pesquisas, derrotas ou vitórias.
Outro fator agravante que se levanta neste tempo, é o fato de, além de lutarem para destruírem os princípios da família exarados nas sagradas escrituras, tentam de todas as formas incriminar quem for contra tais práticas, amordaçando-os através de leis como a do PL 122/06 que já passou pela Câmara dos Deputados e está no Senado Federal aguardando o momento pós eleitoral.
À guisa de esclarecimento sobre o assunto em pauta nós cristãos, devemos nos voltar para a Bíblia Sagrada, nossa regra de fé e pratica, a inerrante Palavra de Deus que diz:
Romanos 1: 25-27 - “Pois mudaram a verdade de Deus em mentira e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amem. (V. 25) – Pelo que Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. (V. 26) – E, semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmo a recompensa que convinha ao seu erro” (V. 27)
I Coríntios 6: 9-10 – “Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? (v.9) – Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem o sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão Reino de Deus." (V. 10). (o grifo é nosso)
Na condição de servos de Deus, entendemos que é nosso dever alertar a sociedade em geral, e acima de tudo nossos irmãos em Cristo, no sentido de que fiquem atentos àqueles que agora pedem o nosso voto, porém não querem se comprometer com os princípios da Palavra de Deus, por convicção própria.
É lógico que os políticos governam para a nação como um todo, porém o único momento em que podemos manifestar nosso melhor sentimento e cobrar postura dos políticos é na hora do voto. Nessa hora, nosso voto precisa ter a representação e o sabor do cristianismo.
Se não tivermos postura agora na hora de votar, dificilmente a teremos futuramente, diante de leis antibíblicas.
Outrossim, vale o alerta de que, diante da atual conjuntura, o melhor que podemos orientar, é por um voto cristão consciente e possível, de preferência em todos os níveis de candidaturas, lembrando que para os cargos do legislativo, é grande o número de cristãos comprometidos com o Reino de Deus. Procure um deles.
A Igreja na condição de organismo vivo, como corpo de Cristo, não precisa da política, mas a igreja como instituição constituída na face da terra, tem que conviver e obedecer aos governantes e esses são os políticos.
“Vós sois o sal da terra; e, se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta, senão para se lançar fora e ser pisado pelos homens.” Mateus 5:13
Pastores e líderes religiosos não são donos dos votos das ovelhas, no entanto, não podemos nos omitir de uma orientação sadia e isso é agradável ao Senhor!
“Se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito que de vós recolhamos as carnais?” - 1 Coríntios 9: 11
Não sou candidato, mas aconselho que o amigo leitor medite nessas palavras!

Um grande abraço,

Do seu conservo n’Ele,

Pr. Carlos Roberto Silva


sábado, 28 de agosto de 2010

O Espítito Santo e sua ação diferencial

Quando pensamos em poder, pensamos mais em termos de força do que capacidade (At.1:8-O conceito de virtude que lemos no versículo é a disposição firme e constante para a prática do bem e, isso é ”capacidade para” e não “força para”).
Acostumados com a idéia de super heróis, somos levados a pensar que o derramamento do Espírito Santo esperado pelos discípulos de Jesus, trouxe a eles invencibilidade, concedendo-lhes força e potencialidade sobre humana.
Como escreveu Paulo: ”para que vos conduzísseis dignamente para com Deus, que vos chama para seu reino e glória” (I Ts.2:12).Os crentes são chamados a salvação e não a serem super heróis( o segundo uma utopia da mídia religiosa mercantilista).
A verdadeira força e capacidade da igreja estão na habilidade de viver o Evangelho. Isso quer dizer que a presença do Espírito Santo na vida do salvo o leva ao cumprimento da vontade de Deus-“Pelo que não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor” (Ef.5:17).
O poder concedido pelo Espírito Santo começa com a capacidade de vivermos como filhos de Deus, despojando-nos do egoísmo, da cobiça, tornando-nos servos e assumindo o mesmo modelo de vida de Nosso Senhor Jesus Cristo. Talvez possamos dizer que o derramamento esperado pelos crentes do I século, deu a eles a capacidade de serem pequenos e não grandes, a capacidade de servirem ao invés de serem servidos, a capacidade de buscarem a simplicidade da vida ao invés do esplendor e tudo isso contraria a natureza carnal do homem, então é preciso mesmo muito poder (capacidade) para se viver assim.
Que o Espírito Santo de Deus nos capacite a sermos diferentes num mundo religioso tão igual.

Pb. Francisco de Aquino, membro da Igreja “O Brasil para Cristo” Kemel – Poá e professor do Instituto Bíblico O Brasil para Cristo (I.B.B.C.) em Suzano e Poá.